O presidente da Cobrapol, Giancarlo Corrêa Miranda, manifestou o posicionamento de todas as entidades que compõem a confederação quanto à insatisfação com a PEC da Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, em debate na última segunda-feira na Comissão de Segurança Pública, por não incluir a participação das entidades representativas de classe na elaboração do texto.
Defendeu a retomada dos vetos à Lei Orgânica Nacional das Polícias Civis (LONPC) dentro da PEC, a destinação de recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública para valorização profissional, a discussão sobre o provimento único nas Polícias Civis, e o resgate das garantias previdenciárias, com ênfase nas policiais mulheres.
Reforçou ainda a necessidade de cumprimento da decisão da ADI nº 7727 e propôs a criação de um Ministério da Segurança Pública, com estrutura própria, para enfrentar os desafios da área no país.