O Estado não apresentou nenhuma proposta, alegando que os valores já foram aplicados com as reestruturas das carreiras dos servidores públicos, e que o valor apontado na nota técnica fará com que o Estado entre em colapso, prejudicando seus serviços essenciais, tendo em vista que o mesmo não teria condições de arcar com essa despesa, por mais que seja estabelecido o regime especial de precatório.
O Procurador-Geral do Estado, Luciano Borges, foi indagado inúmeras vezes sobre possíveis propostas, tendo em vista que os sindicatos e entidades representativas estavam demonstrando interesse em negociar.
Entretanto, representando o Governador Carlos Massa Ratinho Júnior, o procurador se manteve irredutível na questão de que não há negociação para o estado do Paraná.
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