Trabalho análogo a escravidão.

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O Sinclapol sempre à frente e na defesa dos Direitos de seus Sindicalizados vem oportunamente apresentar ações pontuais promovidas por nossos filiados que se sentiram vilipendiados nos princípios basilares dos Direitos Trabalhistas, feridos mortalmente quanto a Dignidade da Pessoa Humana. O Estado do Paraná, não contramão dos direitos e garantias fundamentais, vem a décadas locupletando-se indevidamente pela imposição de prestação de serviços extraordinários realizados pelos nossos Valorosos Servidores Policiais Civis sem a devida compensação pecuniária!
A falta de recursos humanos na Policia Civil do Estado do Paraná, deve-se a má gestão do Governo, o qual não tem uma política de Estado para a Segurança Pública, que não respeita as Leis, como exemplo; se faça cumprir o Decreto Lei 18.115/14, o qual prevê o número de 7.305 (Sete mil trezentas e cinco) de vagas para o Quadro Próprio de Pessoal da Policia Civil do Estado do Paraná.

As irregulares sobrejornadas impostas aos Servidores Públicos Policiais Civis do Estado do Paraná, digam-se, escalas de plantões desumanas, em ambientes insalubres, são ensejadores de um sem números ações junto ao poder judiciário, onde nossos valorosos Policiais Civis invocam a justa indenização por encontrarem-se ao arrepio das leis.

Neste sentido, é transparente o enriquecimento ilícito por parte do Estado do Paraná, e flagrante o abuso da autoridade policial, perpetrado pela maioria dos Gestores ¨delegados de Policia do Estado do Paraná¨, quando impõem aos Policiais Civis sob sua hierarquia, a realização de serviço extraordinário as margens Lei. Senão vejamos. Art. 34, inc. VII; Art. 37, caput; Art. 33§ 3º; Art. 39 § 3º e Art. 7º de Nossa Carta Magna.
Insta salientar, que não se trata de provimento de novas vagas, mas tão somente, o cumprimento da Lei 18.115/14! Restando claro, a necessidade de efetividade da norma, cujo objetivo único, é aprimoramento ao combate do ilícito, desta forma, urge a abertura do certame para o preenchimento das vagas supracitadas, haja vista, existir um déficit de mais 3.000 (Três mil) Servidores Públicos Policiais Civis nas Unidades de Delegacias do Estado do Paraná, onde, a defasagem de pessoal, engessam as investigações de crimes, principio da atividade da Policia Judiciária, consequentemente, elevam o aumento da impunidade e atingem diretamente os serviços ao Cidadão Paranaense.

O não cumprimento da Lei 18.115/14 vem ocasionando prejuízos sem precedentes para nossa Valorosa e Centenária Instituição, destaca-se o numero de suicídios nos quadros da Policia Civil no ano de 2018.

É certo que, a lei de Improbidade Administrativa explicita que todos envolvidos direta e indiretamente em atos ilegais, estão sujeitos a punições financeiras, bem como a perda da função publica, uma vez comprovada a culpa ou omissão do agente público.

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