SINCLAPOL

Sindicato das Classes Policiais Civis do Estado do Paraná


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Policial Civil

Sinclapol entende como dever acompanhar a apuração dos fatos

Informamos que, devido os fatos ocorridos na data de 03 de junho de 2018, que levaram a óbito o policial civil "Aldo Cesario dos Santos", o Sinclapol entende como dever acompanhar e exigir dos órgãos competentes a apuração dos fatos ocorridos, com rigor e lisura. A gravidade deste acontecimento não pode ser considerada como fato comum, e sim, uma lamentável tragédia.

"Desta forma o Sinclapol se fará presente em todo o processo de investigação, na defesa do nosso filiado (Aldo Cesario dos Santos ) para que os fatos sejam trazidos a luz da verdade.”

SINCLAPOL - Sindicato das Classes Policiais Civis do Estado do Paraná

NOTA DE FALECIMENTO

Com pesar que comunicamos o falecimento do Policial Civil
ALDO CESARIO DOS SANTOS,  Investigador, lotado na 
Central de Flagrantes, data de FALECIMENTO 03 de Junho de 2018.
Faleceu com 47 anos de idade e deixou a Cônjuge:
DANIELE TOCHA, e UMA FILHA.


LOCAL DO VELÓRIO:
Capela Mortuária Rua: Júlio Pereira Sobrinho, 357 Campo de Santana hoje a partir das 18h,
DATA E LOCAL DO SEPULTAMENTO:
Terça-feira 5 junho as 14h no PARQUE Senhor do Bonfim (S.J. dos Pinhais)

 

REUNIÃO DO SINCLAPOL COM CIDA BORGHETTI FOI EM CLIMA DE DESAFIO

Foi um primeiro encontro com características de um grande desafio que certamente o Sinclapol irá enfrentar nos próximos meses, mas com objetividade e determinação. Este foi o clima da primeira reunião do Sinclapol com a governadora Cida Borghetti, no último dia 29 de maio, no Palácio Iguaçu. “Deixamos claro a governadora, que não aceitaremos mais a situação de abandono em que se encontra a Polícia Civil do Paraná, com problemas gravíssimos como, desvio de função na custódia ilegal de presos e estruturas degradantes (edificações, equipamentos e pessoal).Também não aceitamos a situação de conforto em que se encontra o Depen (Departamento Penitenciário do Paraná) que tem hoje, aproximadamente 5 mil funcionários, enquanto nós da Polícia Civil temos menos de três mil policiais civis e praticamente 50% mais presos em regime fechado do que o Depen.”

Quem descreve o primeiro contato com a governadora Cida Borghetti é o presidente do Sindicato, Fabio Rossi Barddal Drummond. O presidente e os diretores do Sinclapol colocaram em debate em uma reunião de aproximadamente duas horas, que contou com as presenças do Secretário da Casa Civil, Dilceu Sperafico e o assessor de gabinete da governadora, Alceni Guerra, as principais reivindicações da categoria que vem se arrastando por longo tempo e, nenhuma solução por parte do governo.

Reenquadramento dos Níveis

O Sinclapol também apresentou a governadora estudo do reenquadramento dos níveis por entender que não encontra parâmetro razoável, haja vista, que atualmente se faz necessário 35 anos de serviço policial para alcançar o topo da tabela, inviabilizando a sua acessibilidade, pois conforme previsão legal com 20 anos na carreira policial (+ 10 anos de contribuição), o policial adquire o direito de se aposentar. No que diz respeito à policial feminina, a situação é mais grave, tendo em vista que esta profissional com 15 anos na carreira policial (+ 10 anos de contribuição), passa a adquirir o direito a aposentadoria. É uma demanda justa e vem reparar perdas enormes aos nossos policiais civis. O reenquadramento dos níveis foi concebido para ser alcançado em 20 anos de serviço. Esta tabela uma vez implantada trará um ganho real ao servidor policial, sem precedentes na instituição PCPR.

Preocupação e Agilidade

Diante dos fatos apresentados a governadora determinou agilidade nas análises desta demanda e encaminhamento do projeto de modernização do estatuto e uma reunião com as Secretarias de Segurança e Administração de Assuntos Penitenciários, membros do Tribunal de Justiça e do Ministério Público para tratar exclusivamente de uma questão já antiga, a remoção de presos das delegacias.

Cida Borghetti se mostrou preocupada ao tomar conhecimento da real situação vivida pelos policiais civis, há décadas e entendeu a gravidade da situação. “Confirmando minhas previsões, a pasta da segurança pública é o meu maior desafio,” palavras da governadora.

SINCLAPOL REFORÇA TRABALHO COM O CONSEG DE MATINHOS


Uma parceria que já dura alguns anos (2015) na defesa dos interesses e principalmente da segurança pública da população de Matinhos, no litoral paranaense. Estamos falando do trabalho desenvolvido pelo Sinclapol juntamente com o Conseg de Matinhos. “Diretores como o Daniel Côrtes e o Rohanito Navarro Goes do Sinclapol têm nos ajudado muito. Muitas das propostas que levamos à Secretaria de Segurança foram idéias do Daniel Côrtes que nos orientou na área de segurança,” disse o Ten.Cel. Antonio Carlos Nascimento dos Santos,(Ten.Cel.Santos) presidente do Conseg de Matinhos, em entrevista ao site do Sinclapol. Há dois anos o Sinclapol vem trabalhando com o Conseg de Matinhos, desde que este foi reativado.

No último dia 21 de maio, os diretores do Sinclapol, Daniel Côrtes, 1º vice-presidente do Sinclapol e Rohanito Goes, diretor de assuntos parlamentares do Sindicato, estiveram presentes, a convite do Conseg de Matinhos, em reunião com o Secretário de Segurança do Paraná, Júlio Cezar Reis, autoridades e empresários locais. Os participantes do encontro levaram ao conhecimento do Secretário a situação crítica vivida pela comunidade de Matinhos e Litoral em geral. O Conseg de Matinhos pediu um aumento do efetivo para 80 policiais e mais 4 viaturas.

O Ten.Cel. Santos explica que a falta de segurança na região vem se agravando, principalmente depois do término da Operação Verão reduzindo o efetivo para somente 12 policiais. Segundo ele, atualmente a delegacia da cidade conta com 22 presos e 3 são condenados, que não deveriam estar ali. Além disto, a delegacia não tem estrutura física e conta com pouquíssimos policiais civis trabalhando em desvio de função. “Estamos pedindo a Secretaria de Segurança a retirada imediata dos presos, aumento do efetivo para 80 policiais e 4 viaturas para o serviço,”diz o Ten.Cel. Santos.

Crescimento da Criminalidade

O anseio da população por maior policiamento já vem de alguns anos. Em Matinhos houve um crescimento muito grande do tráfego de drogas, problema que chegou até as escolas locais. O número de arrombamentos e roubos nos bairros também é muito grande, principalmente fora de temporada, quando os balneários ficam vazios. Pontal do Paraná e Guaratuba sofrem o mesmo problema. “Os bandidos migram, muitos vem de outros estados para cá. Em contrapartida, a polícia está mal equipada e o bandido sabe disto,” lembra o Ten.Cel.Santos.

Estudo da Situação

Durante o encontro do último dia 21, o Secretário de Segurança se comprometeu em estudar a situação. Ele também está fazendo gestões junto a Secretaria de

Administração do Governo visando abrir concurso para policiais, mas sem prazo definido. “Boa vontade do Secretário existe, mas inicialmente ele deixou somente a promessa, apenas disse que iria estudar a situação. Vamos dar 30 dias de prazo, se não recebermos nenhuma resposta, no mínimo, satisfatória, vamos iniciar um movimento, convidar a imprensa e por a boca no trombone,” diz o Ten.Cel. Santos. O objetivo é estender o movimento de Guaratuba a Pontal do Paraná.

 

Sinclapol terá encontro com governadora para tratar demandas da categoria

Na luta em defesa dos interesses da categoria, o presidente do Sinclapol, Fabio Rossi Barddal Drummond e diretores do Sindicato tiveram encontro na última quarta-feira (23) com o Secretário Chefe da Casa Civil do Paraná, Dilceu Sperafico. Na oportunidade foi entregue ao Secretário uma minuta com sugestõesde alterações para que sejam suprimidos os impactos financeiros do novo Estatuto da Polícia Civil do Paraná. Também foi citada a questão da data base, tema que vem sendo estudado pela governadora Cida Borghetti sobre a concessão de um percentual. A questão da aprovação do estatuto foi abordada novamente, um dos assuntos principais da reunião. Outra proposta, muito importante para a classe, foi a adequação do final da carreira dos policiais civis. Com relação aos subníveis, assunto que também foi suscitado na reunião com o Secretário da Casa Civil.

“Atualmente o topo da carreira para nossos policiais é inatingível, a polícia civil hoje tem características diversas da polícia civil de 30 anos atrás, a faixa etária dos policiais que ingressam na carreira mudou. Antes os candidatos aos cargos da policial civil contavam com idade entre 21 e 24 anos, atualmente esta faixa etária, em média é superior a 30 anos, nossos policiais civis não alcançarão o topo da sua carreira quando estes iniciam na atividade policial com idade superior aos 30 anos e, sendo obrigado a contribuir com 35anos de atividade no serviço publico, é uma situação temerária e injusta tanto para os policiais civis quanto para o cidadão, que exige um serviço de excelência destes profissionais.

No caso das mulheres policiais a situação é ainda mais grave, pois como as mulheres se aposentam cinco anos antes que os homens sua perda remuneratória é ainda maior. Quando o governo impõe aos policiais civis o mesmo regime de previdência de um trabalhador comum, está condenando este profissional a jamais se aposentar, motivo suficiente para que nos debrucemos sobre o assunto com máxima atenção,” explica Barddal.

O presidente do Sinclapol lembra ainda as condições precárias de trabalhos exercidos pelos policiais, trazendo insalubridade com atividades noturnas e nas mais diversas condições meteorológicas, gerando desgaste físico e psicológico intenso. Na minuta apresentada ao Secretário Sperafico a proposta é conseguir alcançar o final de carreira, com 20 anos de trabalho, no máximo.

A proposta foi bem recebida pelo novo Secretário, tanto na primeira apresentação, em seu gabinete, em Toledo, quanto na reunião da última quarta-feira, quando foi apresentado o projeto.

Interessado nas demandas apresentadas pelos representantes do Sinclapol, o Secretário, Dilceu Sperafico se comprometeu em marcar um encontro com as presenças da Governadora Cida Borghetti e do Secretário de Segurança, Júlio Cezar Reis e num segundo momento, Sperafico se colocou a disposição e já enumerou as Secretarias de Segurança, Administração e Previdência e Secretaria da Fazenda que devem compor esta comissão para marcar uma reunião e analisar todas estas demandas, como a questão da aprovação do novo estatuto, “fundamental para melhoria das condições de trabalho de todos os policiais civis,” reafirma Fabio Barddal.

 

Gutierrez, do Paraná, é o novo presidente da Cobrapol

O policial civil André Luiz Gutierrez, da Polícia Civil do Paraná, foi eleito hoje presidente da Confederação Brasileira dos Policiais Civis (COBRAPOL), para o mandato 2018/2022.

Em seu discurso, após a eleição, Gutierrez enfatizou o seu compromisso de fortalecer os profissionais que representa – e. principalmente, com a implantação da Lei Orgânica da Policia Civil, considerada fundamental para as funções da Polícia Judiciária e a própria segurança pública dos cidadãos.

Fonte: site FABIO CAMPANA

CONGRESSO DA COBRAPOL ELEGE CHAPA UNITÁRIA PARA O QUADRIÊNIO 2018-2022

Congresso da COBRAPOL elege chapa unitária para o quadriênio 2018-2022

Após intensos debates e articulações entre as cinco federações filiadas à COBRAPOL e o Bloco (composto por representantes de outras entidades), os delegados presentes ao XVIII Congresso Nacional da Confederação Brasileira dos Trabalhadores Policiais Civis (COBRAPOL) elegeram uma chapa unitária encabeçada pelo atual presidente André Luiz Gutierrez (PR), ficando, na 1ª vice-presidência, Giancarlo Miranda (MS),  e, na 2ª vice, Alex Galvão (DF).

Só não houve consenso em torno da indicação do 1º vice-presidente, ficando para a plenária decidir entre Giancarlo Miranda (MS), apresentado pela FEIPOL-CO, e Moacir Maia de Freitas, este último indicado pela FEIPOL-NORTE. Por maioria, os delegados indicaram Giancarlo que passou a integrar a chapa do entendimento. Todos os dois dirigentes conclamaram à unidade em torno da nova direção da entidade.

O Congresso da COBRAPOL, que acontece em Brasília, no Hotel Carlton, é um dos mais representativos da história da entidade e está representando um marco na construção da unidade entre as entidades filiadas e seus representantes para o fortalecimento da entidade em um momento crítico que vive a categoria em todo país: sucateamento da Polícia Civil e várias tentativas de desvalorização da atividade profissional, através de iniciativas de governos estaduais e projetos que tramitam no Congresso Nacional.

PRESTAÇÃO DE CONTAS – Ontem (25), ainda no período da manhã, foi aprovado por unanimidade o parecer apresentado pelo Conselho Fiscal ao Congresso. O documento apresenta várias sugestões após a Auditoria realizada pela COBRAPOL para identificar problemas ocorridos no período anterior.

Hoje (26), pela manhã, os delegados voltam a se reunir para discutir assuntos internos da COBRAPOL e promover o encerramento do Congresso.

(Na próxima semana, traremos a cobertura completa, inclusive fotográfica, do Congresso)

Fonte: Comunicação COBRAPOL