SINCLAPOL

Sindicato das Classes Policiais Civis do Estado do Paraná


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Policial Civil

Mais uma vitória dos Policiais Civis

          O trabalho que vem sendo realizado há muito tempo pelo Sinclapol, visando a conscientização e contra o desvio de função, começa a “render frutos”.

          No dia 7 de abril, o Ministério Público, por intermédio da 1.ª Promotoria da Comarca de Laranjeiras do Sul, abriu Ação Civil Pública contra o delegado Pedro Fernandes de Oliveira, que determinou indevidamente que a escolta de um preso fosse feita pelos policiais civis Roberto Roman Ross e Reginaldo da Silva.

         O Inquérito Civil instaurado sob o n.º MPPR-0076.15.000121-2 vai apurar eventual ato de improbidade administrativa praticado, em tese, pelo Delegado de Polícia ao determinar indevidamente, que a escolta do preso João Konjunski fosse realizada pelos policiais civis de plantão naquela DP. “Até que enfim nossos pedidos estão sendo atendidos. Não queremos nada demais. Somente o que nos é de direito. Se esse trabalho não é de nossa alçada, deve ser passado a quem de direito e ponto final”, declarou André Luiz Gutierrez (presidente do Sinclapol).

Eleições Gerais 2015

Até o dia 2 de abril, foram apresentadas duas chapas para as Eleições Gerais 2015 do Sinclapol, para o triênio 2015/2018.

A Chapa 1, com o nome “Sindicalismo de Resultado” teve seu pedido DEFERIDO por ter cumprido todas as exigências do Edital das Eleições 2015, contidas no Estatuto do Sinclapol.

         A Chapa 2, com o nome “Renovação e União” teve seu pedido INDEFERIDO, por não estarem presentes todos os requisitos exigidos pelo Edital e pelo Estatuto do Sinclapol. Na inscrição da Chapa 2, não tinha o número mínimo de membros exigido (29), possuía alguns integrantes sem o prazo estipulado de filiação, vários integrantes sem ter anexado seus últimos holerites, entre outras irregularidades que podem ser conferidas nos documentos anexados a este texto.

Mais uma vitória do Sinclapol

Em decisão ao Mandado de Segurança impetrado pelo Sinclapol, o Tribunal de Justiça do Estado do Paraná concedeu LIMINAR determinando ao Governo do Estado pagar as férias integralmente, em dez dias para quem ainda não recebeu. Isto garante o direito de todos os FILIADOS DO SINCLAPOL que já tiraram ou ainda vão tirar suas merecidas férias.

 

 

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Policiais Civis do Tocantins entregam suas armas

De greve há mais de 20 dias, os Policias Civis do Estado do Tocantins efetuaram a entrega de suas armas nesta segunda-feira (16/3), na Secretaria de Segurança, por determinação do governador Marcelo Miranda (PMDB). Ao todo são 1.700 armas, além de munições e coletes, entre outros objetos. O Sinclapol repudia totalmente os atos do governador do Tocantins contra a classe Policial Civil, pois não existe segurança para a população com policiais desarmados.

Os policiais entraram em greve após a suspensão, por decreto do governador Marcelo Miranda, dos efeitos financeiros da Lei 2.851/2014. A Lei regulamenta conquista histórica dos Policiais Civis, com o alinhamento da carreira de 1.300 profissionais. O alinhamento foi promovido pelo próprio Marcelo Miranda em 2007, na sua penúltima gestão. Porém, a regulamentação da conquista se arrastou por todos os governos seguintes e só veio a ocorrer em abril de 2014, para ter efeitos financeiros parcelados em quatro vezes a partir de 2015. A parcela do alinhamento de 2015 corresponde a apenas 1% da folha de pagamento do Estado.

Para Moisemar Marinho, presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Tocantins, isso só fortalecerá o movimento de greve. “Não existe segurança pública com policial desarmado. Se estamos entregando as armas, não há outra razão que não seja a de reforçar o movimento”. Porém, Marinho disse que o comando de greve segue com a disposição de dialogar com o governo. “Estamos mais uma vez abrindo mão, cedendo em busca do diálogo. Estamos fazendo a nossa parte e esperamos que o governo faça a dele, para negociarmos e por um fim a este impasse”, finalizou Moisemar Marinho. 

FEIPOL SUL 2015/2017

 

 

Ademilson Antonio Alves Batista, atual presidente do SINDIPOL LONDRINA, foi eleito o novo Presidente da FEIPOL SUL- Federação Interestadual dos Trabalhadores Policiais Civis da Região Sul -, a qual engloba as entidades sindicais do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, no último dia 26/02, na sede da UGEIRM Sindicato, em Porto Alegre/RS, para estar à frente da entidade no triênio 2015/2017. (Fotos: Andressa Pazzini).

PL GARANTIRÁ PORTE DE ARMA AO POLICIAL APOSENTADO.

Após Turma do STJ decidir, num habeas corpus, que POLICIAL APOSENTADO não tem direito a porte de arma, o Deputado Eduardo Bolsonaro, entrou com o PL 591/2015, que altera o art 6º do est. desarmamento, para garantir também aos inativos esse direito, que é essencial à categoria.

Esta decisão, apesar de técnica, é inconsequente e válida apenas para as partes envolvidas no processo, mas que abre precedente perigoso para futuras decisões.

“Será que juízes e desembargadores que condenaram perigosos criminosos, e vivem portando suas armas ou sob escolta policial, também irão perder esse direito ao se aposentarem? A arma comumente é particular do policial, não há sequer onerosidade para o estado. Além disso, um policial aposentado é um funcionário de carreira ilibada, de passado limpo, e que armado seguiria em condições de evitar delitos”. Eduardo Bolsonaro.

 http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=964463

Leia mais...

PARA NÃO PERDEREM A CADEIRA, QUEREM ACABAR COM A APOSENTADORIA DAS MULHERES AOS 25 ANOS.

ADEPOL questiona lei que prevê aposentadoria compulsória de delegados aos 65 anos através da Ação Direta de Inconstitucionalidade ADI 5241 no Supremo Tribunal Federal, na qual questiona dispositivo da Lei Complementar 144/2014, que prevê a aposentadoria compulsória do servidor público policial aos 65 anos, com proventos proporcionais ao tempo de contribuição, qualquer que seja a natureza dos serviços prestados.

Caso seja acolhida a ação direta de inconstitucionalidade, perde-se, entre outros, o direito das mulheres à aposentadoria especial com 25 anos de trabalho, tão arduamente conquistado com esta Lei.

Sob o ponto de vista formal, a associação alega que a lei foi de iniciativa do Poder Legislativo, pois foi pelo Projeto de Lei do Senado 149/01, usurpando competência do presidente da República de legislar sobre a matéria, o que violaria o princípio da separação dos Poderes.

Não foi um tiro no pé, mas direto entre os olhos, pela manutenção de um cargo, uma viatura, um gabinete e a ilusão do pseudo de poder.

 

JUSTIÇA DETERMINA SUSPENSÃO DO PEDIDO DE REGISTRO SINDICAL DO PSEUDOSINDICATO.

DECISÃO DE 20/02/2015

Como não se pode confiar nas atitudes de pessoas que não são comprometidas nem com sua própria profissão e se dizem sindicalistas, recorremos aos tribunais para que se faça justiça, pois como era previsto e diante de uma derrota eminente, a fraude tomou o lugar da democracia nas dependências de uma entidade que avalizou a desfaçatez e o golpe, a CUT.

De qualquer maneira, e sabedores que prevenção é sempre a melhor maneira de agir contra o fascismo dos ávidos pelo poder, impetramos Mandado de Segurança contra a decisão do Secretário de relações do trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego, que determinou a realização da malfadada e fraudulenta assembleia de ratificação.

Por óbvio que foi concedida liminar e como pode ser visto na decisão, não se pode desmembrar sem o aval da assembleia do sindicato original, ou seja, o Sinclapol e Sindipol Londrina.

A Luta Continua.

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FALCATRUA, FALCATRUA, FALCATRUA...

Quando nós alertamos que um grupo tenta atingir a categoria com um verdadeiro “estelionato sindical”, muitos não acreditaram.

Pois foi o que aconteceu na assembleia convocada para ratificar a fundação de um leviatã, onde suas cabeças só olham o interesse pessoal.

Bom... Não podia deixar de ser diferente, já que as cabeças são condenadas e até excluídas da categoria, por crimes impensáveis para alguém que se diz Policial Civil.

O que aconteceu?

Convocaram uma assembleia para ratificar ou não a fundação desta associação, levando dezenas de Investigadores, interessados no assunto, ao local.

Investigadores de Telêmaco Borda, Londrina, Guarapuava, União da Vitória, Cascavel, Toledo, Paranaguá, Foz do Iguaçu entre outros, para testemunhar esta palhaçada.

Lido o edital e perguntado quem aprovava, uma dúzia respondeu sim e foi declarado, pelo probo condutor dos trabalhos, aprovada a ratificação, sem a contra pergunta de quem não concordava, que era a grande maioria.

Não deixaram a Oficial do Cartório entrar para registrar uma Ata Notarial do que aconteceria na assembleia.

Não deixaram o presidente do Sinclapol entrar, alegando que era somente para Investigadores, mas lá dentro tinha gente das mais diversas carreiras.

Não deixaram ser feita votação de maneira honesta, agindo na maior desfaçatez e sem-vergonhice não respeitando a vontade da assembleia que é soberana.

São estes que querem representar você Investigador, pessoas que devem sim ter contato com Investigadores, mas somente para a devida colocação de algemas, como já aconteceu com alguns deles.