SINCLAPOL

Sindicato das Classes Policiais Civis do Estado do Paraná


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Policial Civil

A ATIVIDADE POLICIAL É A SEGUNDA MAIS ESTRESSANTE DO MUNDO.

Nada justifica a ação equivocada de um Policial, pois o mesmo recebeu orientação profissional e treinamento exatamente para que tragédias não ocorram. Mas muito do que vem ocorrendo com Policiais Civis e Militares é facilmente explicado pelo simples fato de que a profissão é a mais estressante do mundo.

Portanto, REPUDIAMOS as afirmações do Perito Criminal Menyr Antônio Barbosa Taiter, de que “os transtornos psicológicos que os policiais sofrem são de ordem pessoal, e não do trabalho”. O histórico familiar e o nível superior, por melhor que sejam não terão a capacidade de barrar ou evitar o stress sofrido e muito menos prevenir um distúrbio e consequentemente uma ação equivocada. Cabe resaltar que é exigido do servidor Policial um exame anual exatamente para detectar questões de saúde e distúrbios psicológicos, o que não é propiciado pelo Estado, apesar de constar na Lei 15.448/2007. Portanto, não querendo tirar a responsabilidade do Policial, o Estado é partícipe nos problemas causados, em função de sua omissão.

Registramos que a Convenção nº 155 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), da Organização das Nações Unidas (ONU), na qual está definido o significado de condições especiais que prejudicam a saúde ou a integridade física, classifica a atividade policial como a segunda profissão mais estressante de todo o mundo, perdendo apenas para a dos mineiros de carvão.

A Organização Mundial de Saúde (OMS), no mesmo sentido, catalogou a atividade policial como insalubre, perigosa, geradora de imenso estresse pelo esforço físico e da exigência intermitente de acuidade e higidez mental, pois o policial tem a missão de garantir, com dedicação e risco da própria vida, a ordem, a paz pública, o patrimônio dos cidadãos comuns e os bens e serviços da Nação, tudo corroborado pelo estudo do Instituto de Ciência e Tecnologia da Universidade de Manchester (University of Manchester, 1987) que obteve um índice de stress para as pessoas que trabalham em minas (8,3), maior do que a de policiais (7,5), piloto de avião (7,5) e bombeiros (6,3).

Somente quem vivencia a atividade policial de forma operacional, o que não é o caso do Perito Criminal, é que sabe, por experiência própria, o tormento do stress e o sofrimento da depressão causada por tão insalubre atividade.

Link: https://parana-online.com.br/editoria/policia/news/720921/?noticia=POLICIAL+QUE+SURTOU+NA+FRENTE+DE+BALADA+RECEBE+TRATAMENTO

O TROFÉU TRAÍRA

O gaeco alega, “policiais investigarão suas instituições e, para isso, é preciso confiança e perfil adequado” André Tiago Pasternak  Glitz (matéria da Gazeta do Povo).

Com esta alegação fica demonstrado que o crime organizado não é o foco do gaeco e sim a Instituição Policial, logicamente isto faz parte de um projeto político em assumir a segurança pública criando a maior insegurança jurídica que pode existir, qual seja, quem investiga também acusa.

Agora fica a pergunta, qual é o perfil adequado? Acreditamos que seja o perfil de TRAIDOR, pois se este órgão alienígena, já que ele não existe na estrutura do M.P e no Paraná foi criado pelo decreto 1801/07, cita a confiança no Policial como requisito para desenvolver este trabalho, por lógico sua Instituição não pode contar com sua fidelidade.

É o caso então de criarmos o TROFÉU TRAÍRA, que seriam concedidos aqueles que aceitarem trabalhar em um lugar que pretende denegrir a imagem de sua instituição e de seus servidores a troco de sete moedas, sim, sete moedas, (na realidade aproximadamente 400 moedas), pois recebem uma verba extra por tal trairagem. Mais de 15 policiais civis (sim em minúsculo) já são merecedores de tal premiação, mas acreditamos que se deva iniciar pelos que a partir de hoje aceitem vergonhosa tarefa, com galeria de nomes, fotos e o respectivo troféu, tipo o da foto, para agraciar tamanha traição.

EDITAL DE CONVOCAÇÃO


SINCLAPOL - SINDICATO DAS CLASSES POLICIAIS CIVIS DO ESTADO DO PARANÁ

CNPJ 81.502.346/0001-90

Registro no Cadastro Nacional de Entidades Sindicais – CNES/MTE sob o n.º 24290.002905/90-11

 

EDITAL DE CONVOCAÇÃO


ASSEMBLEIAS GERAIS EXTRAORDINÁRIAS

  

O presidente da Diretoria Executiva do SINCLAPOL, ANDRÉ LUIZ GUTIERREZ, no uso de suas atribuições legais, conferidas pelo Estatuto do SINDICATO DAS CLASSES POLICIAIS CIVIS DO ESTADO DO PARANÁ, registrado no Cartório do 4º Ofício em 2002 – averbado sob nº 1018, CONVOCA todos os filiados para as Assembleias Gerais Extraordinárias, a serem realizadas nas seguintes cidades:


CURITIBA, na Sede Social do Sinclapol, (Ex-Guarda Civil), situada na Rua Julio Fleming, 14, Bairro Vila Izabel, Curitiba-PR, em data de 11 de fevereiro de 2014, (terça-feira), às 18h30min em primeira convocação com um quórum mínimo de 50% mais um dos filiados, ou às 19h em segunda e última convocação, com os filiados presentes;


LONDRINA, na Sede do Sindipol em Londrina-PR, em data de 12 de fevereiro de 2014, (quarta-feira), às 18h30min em primeira convocação com um quórum mínimo de 50% mais um dos filiados, ou às 19h em segunda e última convocação, com os filiados presentes;


CASCAVEL, na Sede da Associação da Subdivisão de Cascavel-PR, em data de 13 de fevereiro de 2014, (quinta-feira), às 18h30min em primeira convocação, com um quórum mínimo de 50% mais um dos filiados, ou às 19h em segunda e última convocação, com os filiados presentes, para discutir a seguinte pauta:

1- Progressões e promoções atrasadas (Dec. 7260 e 2013), contratação dos aprovados;
2- Paralisação geral das atividades carcerárias pelo desvio de função;
3- Redefinir o valor da contribuição sindical, vinculado a uma apólice de Seguro de Vida aos filiados;
4- Reivindicações Salariais.

 

Curitiba, 23 de janeiro de 2014.


André Luiz Gutierrez
PRESIDENTE DO SINCLAPOL

AO CAMINHO DO FIM? REAJAMOS!!!

Está insustentável a situação de nossa instituição e é fácil constatar, bastando para isto verificar internamente em sua Delegacia a falta de condições básicas de trabalho e infraestrutura.

Materiais de consumo para os cartórios, higiene e limpeza, combustível armas e munições, viaturas e o principal, o material Humano. Falta tudo, menos a vontade de manter a unidade funcionando, o que leva a Policiais usar de parte de seus proventos para propiciar o mínimo de condições de trabalho.

Faltam Policiais Investigadores, Escrivães e Papiloscopistas, faltam Delegados e todo o pessoal de apoio terceirizado, chegando ao ponto dos próprios Policiais se obrigarem a fazer faxina para manter a unidade em condições.

O Governo não pagou as promoções dos Papiloscopistas, Agentes em Operações e Delegados do Decreto 6810 - 19 de Dezembro de 2012 reeditado no Decreto 7260 - 04 de Fevereiro de 2013 e ainda não assinou o Decreto para as promoções de 2013 da qual dependem mais de 400 aprovados para serem incorporados na luta contra a criminalidade crescente no Paraná.

Estamos convocando Assembleia Geral para os dias 11, 12 e 13 de fevereiro para discutirmos todos estes problemas que nos afetam diretamente, nossos familiares e nossa razão de existir como operadores do direito e servidores da segurança pública, a Polícia Civil do Estado do Paraná.

André Gutierrez

Presidente do Sinclapol

A LUTA CONTINUA.

As lutas sindicais se manterão com a mesma intensidade neste 2014, mas a questão carcerária se impõe como prioridade. Por certo que o empenho será geral e temos consciência que grande batalhas serão travadas e que seremos vitoriosos na maioria deles.

Vejam o link de encerramento do Programa 190 com a participação do Sinclapol e a questão carcerária.

http://www.natelado190.com.br/noticias_detail.php?id_noticia=15013

 

BASTA - POLÍCIA EXIGE RESPEITO.

Em função da desinformação dos motivos da prisão dos Policiais Civis na última semana, a exemplo do que vem ocorrendo nas prisões solicitadas por este “Grupo Especial”, o Sindicato das Classes Policiais Civis do Estado do Paraná, vem a público se manifestar no seguinte sentido:

O SINCLAPOL, através desta, busca fazer a defesa dos Policiais Civis e da Instituição Policial, que vem sendo atacada e lançada a lama por interesses institucionais, políticos e pessoais. Já no caso individual, a incompetência e o afã em atuar, como uma polícia da Polícia, facilita o trabalho de seus defensores, pois basta analisar as estatísticas (condenações) para comprovar a citada incompetência.

De maneira alguma coadunamos com a ilegalidade, não damos guarida a quem quer viver a margem da Lei, mas damos a total assistência aos Policiais atingidos por injustiças, principalmente as deste “grupo”.

Temos os mesmos direitos de todo cidadão brasileiro, mas somos diferenciados, porque não dizer, discriminados, pelo simples fato de sermos Policiais Civis. Queremos respeito e os mesmos direitos e garantias do cidadão comum. Simples assim.

A importância do Ministério Público é inconteste, mas como respeitar em uma instituição que se considera acima da Lei? Como acreditar em uma instituição que mente e continua mentindo para alcançar seu objetivo institucional? Como dar credibilidade a quem usou a Polícia Civil para se proteger quando, covardemente, se omitiu a responsabilidade de seus atos? Uma mãe chora até hoje a morte de seu filho em Londrina.

Onde está o controle externo da atividade do Ministério Público? Não existe, pois, por força de lei absurda, somente o M.P. investiga o M.P. (LEI COMPLEMENTAR Nº 75, DE 20 DE MAIO DE 1993 e LEI Nº 8.625, DE 12 DE FEVEREIRO DE 1993), e ainda querem falar em impunidade.

Receber auxílio alimentação retroativos a maio de 2004 e manter este benefício, criado e destinado a pessoas de baixa renda, tendo uma remuneração superior a R$ 20.000,00 (vinte mil reais) é no mínimo uma afronta aos trabalhadores paranaenses que, através de seus esforços e impostos, pagam esta mordomia.

A prisão infundada e arbitrária de Policiais Civis será combatida e cobrada em todas as esferas possíveis, dentro da mais estrita legalidade, pois “fiscais da lei” que só conseguem enxergar crimes nas condutas alheias, têm que olhar seu próprio passado.

André Luiz Gutierrez

Presidente do Sindicato das Classes Policiais Civis do Estado do Paraná