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Sindicato das Classes Policiais Civis do Estado do Paraná


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Policial Civil

Policiais discutem reposição salarial da categoria.

Em audiência pública realizada nesta terça-feira (10),representantes do Sindipol de Londrina, Sinclapol e 18 entidades associativas que representam policiais militares, bombeiros e diversos deputados estiveram reunidos no Auditório da Comissão de Constituição e Justiça da Assembléia Legislativa do Paraná (ALEP) debatendo a questão da reposição salarial, aguardada há 28 meses pelas categorias.

Durante a audiência foi discutido a retomada da data base do funcionalismo público, congelada pelo governo Beto Richa até 2019. Em palestra durante o encontro, Fabio Rossi Barddal Drummond, presidente do Sinclapol deixou claro a indignação dos policiais civis com a indiferença do governo estadual.

Um documento assinado por todas as entidades presentes está sendo encaminhado à governadora Cida Borghetti (PP) que assumiu o cargo na última sexta-feira, após a renúncia de Beto Richa. A nova governadora estuda uma forma de autorizar o reajuste salarial aos servidores públicos.

Confira abaixo a palestra do presidente do Sinclapol, Fabio Rossi Barddal Drummond.

ELEIÇÕES SINCLAPOL – 2018

Na data de hoje, 06 de abril de 2018, foram deferidas as chapas habilitadas a concorrer às eleições Sinclapol 2018.
Qualquer informação será fornecida pela comissão eleitoral devidamente nomeada.

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REPOSIÇÃO SALARIAL

Nesta terça-feira, dia 10 de abril, o Sinclapol estará participando de audiência pública, às 9 horas, no Auditório da Comissão de Constituição e Justiça – ALEP visando cobrar do governo, a reposição salarial dos policiais civis. A falta de reposição atinge os policiais civis, militares e bombeiros.

“Estamos no terceiro ano sem reposição salarial, uma situação injusta e desgastante, diante da comodidade do governo. É hora de cobrar novamente uma posição imediata das autoridades. Convocamos a todos os policiais civis, a estar conosco nesta terça-feira, em defesa de nossos interesses,”diz o presidente do Sinclapol, Fabio Rossi Drummond.

Luta Pela Segurança

O objetivo é esclarecer à comunidade a importância do trabalho desenvolvido pela polícia civil na vida dos cidadãos. O Sinclapol mantém uma pareceria com os Consegs – Conselhos Comunitários de Segurança do Paraná há dois anos e meio. Os Consegs estão engajados na luta pela segurança pública juntamente com a polícia. O Sindicato entende que a sociedade é a maior aliada na busca por um serviço de excelência.

Consegs e Polícias exigem mais compromisso do próximo governo.

Eles representam 1 milhão e 800 mil pessoas da população paranaense e estão engajados na luta pela segurança pública juntamente com as polícias, militar e civil. A parceria com o Sinclapol dura mais de dois anos e meio. O trabalho com a Polícia Civil se tornou mais forte tendo o Sindicato como parceiro junto à comunidade. “Informações que precisávamos por parte da Polícia Civil ficava prejudicado, devido ao baixo efetivo, por isto a gente acabou procurando o Sinclapol. Assim o Sindicato consegue nos atender como participantes dos Consegs fornecendo informações que as delegacias de polícia acabam não conseguindo por ter um efetivo reduzido,” explica Antonio Carlos Carvalho, presidente da AMOEM- Associação dos Moradores e Empresários das Mercês e membro do Conseg Mercês e Vista Alegre.

Em entrevista ao site do Sinclapol, Carvalho destaca o trabalho em conjunto com o Sindicato e a luta por objetivos comuns, com melhoria da qualidade de serviço, infraestrutura e aumento do efetivo, temas muito discutidos nas assembléias dos Consegs.

Compromisso dos Candidatos

Há algumas semanas, o 1º vice-presidente do Sinclapol, Daniel Cortês, o presidente da Cobrapol – Confederação Brasileira de Trabalhadores de Policiais Civis, André Gutierrez, o diretor de assuntos parlamentares do Sinclapol, Rohanito Navarro de Góes e Antonio Carvalho, juntamente com os demais CONSEGs da União dos Consegs, estiveram na Comissão de Constituição e Justiça-CCJ, entregando um manifesto da segurança pública para o candidato ao governo do Estado do Paraná, Ratinho Júnior, exigindo compromisso dos candidatos com a segurança pública do Paraná e solicitando a retirada dos presos das carceragens das delegacias da Polícia Civil.

A pauta apresentada contém uma série de reivindicações, as mais urgentes colocadas por escrito, para cada um dos candidatos, explicando os motivos e pedindo que eles assumam isto, como pauta do seu plano de governo. Basicamente foi solicitado o aumento no número de vagas, nos presídios, aumento do efetivo policial, parceria dos Consegs de um modo mais ativo e transparente, de maneira que o governo permita acesso à maquina e às informações de um link entre a segurança pública e a educação. “Não adianta ficar prendendo bandido se não investirmos na educação evitando a entrada de jovens no mundo do crime,” diz Carvalho. Para ele o aumento de vagas nos presídios também é fundamental, pois leva a extinção das carceragens nas delegacias, um dos pontos considerados mais críticos, visto que esta é uma função do Depen (Departamento Penitenciário Nacional) e não das polícias. O impacto dessas medidas será extremamente positivo, também para os Consegs “que poderão efetivamente ter acesso aos órgãos públicos, sendo que a prática das mesmas irá atender às necessidades da população,” reafirma o presidente da AMOEM.

A pauta será entregue para todos os candidatos ao governo e “aquele que for eleito vamos bater na porta dele para se cumpra o que foi combinado.” Para Carvalho houve falta de compromisso em todos os governos, com investimentos na segurança pública, pelo simples fato, de não ser prioridade para eles.

Visão Ampliada

No começo de 2017, cada Conselho de Segurança focava nos problemas locais, de cada bairro, mas nos últimos meses a visão foi ampliada e surgiu a União dos Consegs, atualmente 27, em várias cidades do Paraná e diversos bairros de Curitiba, focando problemas comuns.

Credibilidade

Um dos pontos fortes na parceria dos Consegs com as polícias foi a credibilidade. “A nossa população local não acreditava mais nos boletins de ocorrência e na polícia.Com o trabalho desenvolvido com os Consegs, a população voltou a acreditar na força policial e entender a dificuldade que a mesma têm para atender a população de forma mais ampla, devido ao desvio de função e o baixo efetivo. “A atuação dos Consegs, em parceria com as polícias mostrou à população a realidade da segurança pública no Paraná e no Brasil,” conclui o presidente da Amoem.

 

NOTA DE REPÚDIO E INDIGNAÇÃO!

O Sinclapol por meio desta, *REPUDIA* de forma veemente o vazamento e divulgação de um B.O., que gerou matérias em vários meios de comunicação, imputando a Policiais Civis ação sem a devida comprovação.

A irresponsável divulgação deste B.O., publicado como verdade absoluta, vilipendia a presunção de inocência e o direito à ampla defesa.
Todos os devidos procedimentos legais, cabíveis ao caso, serão tomados para identificar e responsabilizar quem divulgou o documento, de forma insidiosa e leviana, atingindo todos os
Policiais Civis do Paraná. Ass. Sinclapol

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Assinado Sinclapol

Circular sobre feriado.

Durante este período os filiados poderão entrar em contato com a diretoria nos telefones:

BARDDAL (41) 99811-0096 / ROHANITO (41) 99956-7771 / MAURICIO (41) 99811-0091 / DR MILTON (41) 99965-5222 / DR NAOTO (41) 99947-9866
 
 
 
 

ASSEMBLÉIA PRESTA HOMENAGEM A POLICIAIS CIVIS.

No último dia 15 de março, policiais civis, que serviram ao Estado do Paraná foram homenageados com Menção Honrosa, em sessão solene, na Assembléia Legislativa do Estado do Paraná. Na oportunidade foram homenageados os policiais, Alexandre Perin Pimenta, Leonardo Noddny, Adailton Joaquim Candido e Luiz Carlos Durieux.

Em rápido depoimento ao site do Sinclapol, o investigador, Luiz Carlos Durieux disse que se sente honrado com a homenagem. Duriex iniciou sua carreira na Marinha no Corpo de Fuzileiros Navais onde ficou durante cinco anos. Em 1978 entrou na Polícia Militar do Estado do Paraná, na Rádio Patrulha até o ano de 1983 quando fez o concurso para o cargo de investigador da Polícia Civil do Estado do Paraná.

Duriex trabalhou na Polícia Civil durante 24 anos. Até pouco tempo foi presidente do Conseg (Conselho Comunitário de Segurança) de Pinhais. “Eu e a equipe fizemos um trabalho voltado para o social, com recuperação de pessoas que tem dívida com a Justiça. Os resultados foram muito bons e acho que isto é um reconhecimento,” comenta.

Atualmente, Durieux é professor e ministra aulas de direito penal, processo penal, táticas de abordagem e criminalística. Com uma carreira de sucesso e a sensação do dever cumprido, ele lembra alguns episódios que marcaram sua carreira. “Um desses momentos foi quando estava em Foz do Iguaçu e chegou uma mãe na Delegacia chorando copiosamente dizendo que o marido tinha seqüestrado o filho dela e levado para o Paraguai.

Ela tinha ido a vários lugares, mas ninguém havia lhe dado atenção. Nosso atendimento foi padrão a uma ocorrência de elevada gravidade, conseguimos recuperar o filho dela, foi um trabalho espetacular. Sempre fui policial operacional. O policial operacional tem mais possibilidade de viver momentos inesquecíveis,” relembra Durieux.

 

RESIGNAÇÃO

O policial civil por si só, na sua grande maioria,me atrevo a dizer que na sua totalidade, consegue ver coisas estranhas ou suspeitas onde outras pessoas olham e não enxergam nada, talvez pelo exercício da função ou um possível dom desenvolvido com o tempo. Partindo desta premissa, tentaremos expor aos amigos a angústia, ansiedade e indignação do Sinclapol quando senta em uma mesa de negociação com pessoas do governo.

Os policiais civis representantes do Sinclapol nas reivindicações, na já citada mesa de negociação escutam coisas, que voltando ao início do primeiro parágrafo sabem que não é o pretendido ou o prometido, mas que para não causar ruptura no processo, “acreditam” no que lhes é apresentado, ao término da reunião, saem com a promessa, a qual é idêntica a anterior, que por sua vez é a mesma que já não foi cumprida, mas que agora, com alguns ajustes será posta em prática logo após, uma nova reunião, que oportunamente será marcada, resignados, certamente estarão a postos na próxima negociação.

Nessas horas seria muito fácil perder a calma e “chutar o balde”, dizer explicitamente que não somos “loke”, extremamente difícil é manter a calma e a postura e continuar negociando objetivando o bem da classe e é isso que está sendo feito com competência e responsabilidade porque temos mais de dois mil motivos para isso, e como escreveu Rudyard Klipling.“Se és capaz de manter a tua calma quando todo mundo ao seu redor já perdeu e te culpa... – és um Homem meu filho”.

Cyro José Vicelli

Diretor Financeiro

 

Recebimento de Chapa SER, NÃO PARECER

Recebimento de Chapa Concorrente

Conforme dispõe a necessária urbanidade foi recebido na manhã de hoje a chapa SER, NÃO PARECER.
É assim que se faz a verdadeira democracia.