SINCLAPOL

Sindicato das Classes Policiais Civis do Estado do Paraná


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Policial Civil

SINCLAPOL REFORÇA TRABALHO COM O CONSEG DE MATINHOS


Uma parceria que já dura alguns anos (2015) na defesa dos interesses e principalmente da segurança pública da população de Matinhos, no litoral paranaense. Estamos falando do trabalho desenvolvido pelo Sinclapol juntamente com o Conseg de Matinhos. “Diretores como o Daniel Côrtes e o Rohanito Navarro Goes do Sinclapol têm nos ajudado muito. Muitas das propostas que levamos à Secretaria de Segurança foram idéias do Daniel Côrtes que nos orientou na área de segurança,” disse o Ten.Cel. Antonio Carlos Nascimento dos Santos,(Ten.Cel.Santos) presidente do Conseg de Matinhos, em entrevista ao site do Sinclapol. Há dois anos o Sinclapol vem trabalhando com o Conseg de Matinhos, desde que este foi reativado.

No último dia 21 de maio, os diretores do Sinclapol, Daniel Côrtes, 1º vice-presidente do Sinclapol e Rohanito Goes, diretor de assuntos parlamentares do Sindicato, estiveram presentes, a convite do Conseg de Matinhos, em reunião com o Secretário de Segurança do Paraná, Júlio Cezar Reis, autoridades e empresários locais. Os participantes do encontro levaram ao conhecimento do Secretário a situação crítica vivida pela comunidade de Matinhos e Litoral em geral. O Conseg de Matinhos pediu um aumento do efetivo para 80 policiais e mais 4 viaturas.

O Ten.Cel. Santos explica que a falta de segurança na região vem se agravando, principalmente depois do término da Operação Verão reduzindo o efetivo para somente 12 policiais. Segundo ele, atualmente a delegacia da cidade conta com 22 presos e 3 são condenados, que não deveriam estar ali. Além disto, a delegacia não tem estrutura física e conta com pouquíssimos policiais civis trabalhando em desvio de função. “Estamos pedindo a Secretaria de Segurança a retirada imediata dos presos, aumento do efetivo para 80 policiais e 4 viaturas para o serviço,”diz o Ten.Cel. Santos.

Crescimento da Criminalidade

O anseio da população por maior policiamento já vem de alguns anos. Em Matinhos houve um crescimento muito grande do tráfego de drogas, problema que chegou até as escolas locais. O número de arrombamentos e roubos nos bairros também é muito grande, principalmente fora de temporada, quando os balneários ficam vazios. Pontal do Paraná e Guaratuba sofrem o mesmo problema. “Os bandidos migram, muitos vem de outros estados para cá. Em contrapartida, a polícia está mal equipada e o bandido sabe disto,” lembra o Ten.Cel.Santos.

Estudo da Situação

Durante o encontro do último dia 21, o Secretário de Segurança se comprometeu em estudar a situação. Ele também está fazendo gestões junto a Secretaria de

Administração do Governo visando abrir concurso para policiais, mas sem prazo definido. “Boa vontade do Secretário existe, mas inicialmente ele deixou somente a promessa, apenas disse que iria estudar a situação. Vamos dar 30 dias de prazo, se não recebermos nenhuma resposta, no mínimo, satisfatória, vamos iniciar um movimento, convidar a imprensa e por a boca no trombone,” diz o Ten.Cel. Santos. O objetivo é estender o movimento de Guaratuba a Pontal do Paraná.

 

Sinclapol terá encontro com governadora para tratar demandas da categoria

Na luta em defesa dos interesses da categoria, o presidente do Sinclapol, Fabio Rossi Barddal Drummond e diretores do Sindicato tiveram encontro na última quarta-feira (23) com o Secretário Chefe da Casa Civil do Paraná, Dilceu Sperafico. Na oportunidade foi entregue ao Secretário uma minuta com sugestõesde alterações para que sejam suprimidos os impactos financeiros do novo Estatuto da Polícia Civil do Paraná. Também foi citada a questão da data base, tema que vem sendo estudado pela governadora Cida Borghetti sobre a concessão de um percentual. A questão da aprovação do estatuto foi abordada novamente, um dos assuntos principais da reunião. Outra proposta, muito importante para a classe, foi a adequação do final da carreira dos policiais civis. Com relação aos subníveis, assunto que também foi suscitado na reunião com o Secretário da Casa Civil.

“Atualmente o topo da carreira para nossos policiais é inatingível, a polícia civil hoje tem características diversas da polícia civil de 30 anos atrás, a faixa etária dos policiais que ingressam na carreira mudou. Antes os candidatos aos cargos da policial civil contavam com idade entre 21 e 24 anos, atualmente esta faixa etária, em média é superior a 30 anos, nossos policiais civis não alcançarão o topo da sua carreira quando estes iniciam na atividade policial com idade superior aos 30 anos e, sendo obrigado a contribuir com 35anos de atividade no serviço publico, é uma situação temerária e injusta tanto para os policiais civis quanto para o cidadão, que exige um serviço de excelência destes profissionais.

No caso das mulheres policiais a situação é ainda mais grave, pois como as mulheres se aposentam cinco anos antes que os homens sua perda remuneratória é ainda maior. Quando o governo impõe aos policiais civis o mesmo regime de previdência de um trabalhador comum, está condenando este profissional a jamais se aposentar, motivo suficiente para que nos debrucemos sobre o assunto com máxima atenção,” explica Barddal.

O presidente do Sinclapol lembra ainda as condições precárias de trabalhos exercidos pelos policiais, trazendo insalubridade com atividades noturnas e nas mais diversas condições meteorológicas, gerando desgaste físico e psicológico intenso. Na minuta apresentada ao Secretário Sperafico a proposta é conseguir alcançar o final de carreira, com 20 anos de trabalho, no máximo.

A proposta foi bem recebida pelo novo Secretário, tanto na primeira apresentação, em seu gabinete, em Toledo, quanto na reunião da última quarta-feira, quando foi apresentado o projeto.

Interessado nas demandas apresentadas pelos representantes do Sinclapol, o Secretário, Dilceu Sperafico se comprometeu em marcar um encontro com as presenças da Governadora Cida Borghetti e do Secretário de Segurança, Júlio Cezar Reis e num segundo momento, Sperafico se colocou a disposição e já enumerou as Secretarias de Segurança, Administração e Previdência e Secretaria da Fazenda que devem compor esta comissão para marcar uma reunião e analisar todas estas demandas, como a questão da aprovação do novo estatuto, “fundamental para melhoria das condições de trabalho de todos os policiais civis,” reafirma Fabio Barddal.

 

Gutierrez, do Paraná, é o novo presidente da Cobrapol

O policial civil André Luiz Gutierrez, da Polícia Civil do Paraná, foi eleito hoje presidente da Confederação Brasileira dos Policiais Civis (COBRAPOL), para o mandato 2018/2022.

Em seu discurso, após a eleição, Gutierrez enfatizou o seu compromisso de fortalecer os profissionais que representa – e. principalmente, com a implantação da Lei Orgânica da Policia Civil, considerada fundamental para as funções da Polícia Judiciária e a própria segurança pública dos cidadãos.

Fonte: site FABIO CAMPANA

CONGRESSO DA COBRAPOL ELEGE CHAPA UNITÁRIA PARA O QUADRIÊNIO 2018-2022

Congresso da COBRAPOL elege chapa unitária para o quadriênio 2018-2022

Após intensos debates e articulações entre as cinco federações filiadas à COBRAPOL e o Bloco (composto por representantes de outras entidades), os delegados presentes ao XVIII Congresso Nacional da Confederação Brasileira dos Trabalhadores Policiais Civis (COBRAPOL) elegeram uma chapa unitária encabeçada pelo atual presidente André Luiz Gutierrez (PR), ficando, na 1ª vice-presidência, Giancarlo Miranda (MS),  e, na 2ª vice, Alex Galvão (DF).

Só não houve consenso em torno da indicação do 1º vice-presidente, ficando para a plenária decidir entre Giancarlo Miranda (MS), apresentado pela FEIPOL-CO, e Moacir Maia de Freitas, este último indicado pela FEIPOL-NORTE. Por maioria, os delegados indicaram Giancarlo que passou a integrar a chapa do entendimento. Todos os dois dirigentes conclamaram à unidade em torno da nova direção da entidade.

O Congresso da COBRAPOL, que acontece em Brasília, no Hotel Carlton, é um dos mais representativos da história da entidade e está representando um marco na construção da unidade entre as entidades filiadas e seus representantes para o fortalecimento da entidade em um momento crítico que vive a categoria em todo país: sucateamento da Polícia Civil e várias tentativas de desvalorização da atividade profissional, através de iniciativas de governos estaduais e projetos que tramitam no Congresso Nacional.

PRESTAÇÃO DE CONTAS – Ontem (25), ainda no período da manhã, foi aprovado por unanimidade o parecer apresentado pelo Conselho Fiscal ao Congresso. O documento apresenta várias sugestões após a Auditoria realizada pela COBRAPOL para identificar problemas ocorridos no período anterior.

Hoje (26), pela manhã, os delegados voltam a se reunir para discutir assuntos internos da COBRAPOL e promover o encerramento do Congresso.

(Na próxima semana, traremos a cobertura completa, inclusive fotográfica, do Congresso)

Fonte: Comunicação COBRAPOL

SINCLAPOL ESTARÁ VIGILANTE AS AÇÕES DO GOVERNO

Na manhã desta sexta-feira (18) 115 presos foram transferidos da Central de Flagrantes para o sistema penitenciário. O motivo, mais uma vez foi a superlotação de presos naquele local, fato denunciado na última terça-feira (15) pelo Sinclapol. O sindicato recebeu um chamado urgente da Central de Flagrantes atendendo um pedido dos policiais civis. A cena, segundo o diretor de Assuntos Parlamentares do Sinclapol, Rohanito Navarro de Goes, não poderia ser mais impressionante, com 140 pessoas amontoadas em cubículos em um espaço de 30 m2, fétido e úmido, em condições desumanas.

Ainda a pedido dos policiais, os representantes do Sinclapol se deslocaram para o prédio ao lado,conhecido como CT e em seguida à delegacia de Vigilância e Capturas, que se encontravam em condições ainda piores.

Assumindo a Responsabilidade

Rohanito Goes disse que “o Sinclapol mais uma vez assume a responsabilidade que deveria ser dos gestores da instituição PCPR. Não fossem as denúncias feitas pelo Sinclapol à comunidade curitibana e paranaense o abuso contra a categoria Policial Civil estaria ainda ocorrendo. Por respeito aos policiais civis, presos custodiados e principalmente a nossa sociedade o Sinclapol continuará a acompanhar a situação nas delegacias de polícia civil pelo Estado do Paraná,” comentou.

COM CADEIAS SUPERLOTADAS, POLICIAIS PEDEM SOCORRO

Se medidas urgentes não forem tomadas pela nova Secretaria de Administração Penitenciária, criada pela gestão de Cida Borghetti, situações ainda mais dramáticas serão registradas em cadeias superlotadas.

A prova disto foi o chamado urgente recebido pelo Sinclapol (Sindicato das Classes Policiais Civis) na última terça-feira (15) na Central de Flagrantes, no Centro de Curitiba para atender os policiais civis que pediam socorro.

Medidas judiciais foram tomadas pelo Sinclapol com intuito de que sejam interditadas as carceragens das delegacias de Vigilância e Capturas, Central de Flagrantes e Centro de Triagem.

Os pedidos foram encaminhados tanto ao Ministério Público quanto ao Judiciário.
Confira abaixo a nota divulgada pelo sindicato.

O Sinclapol foi chamado na última terça-feira (15) com urgência na Central de Flagrantes, no Centro de Curitiba para atender os policiais civis que pediam socorro. Ao chegar flagramos cenas que se igualavam as masmorras medievais, 140 pessoas amontoadas em cubículos de não mais que 30 m2, fétido e úmido sem nenhuma condição de abrigar qualquer ser, mesmo que esse tenha praticado delito, sem dignidade do profissional de segurança pública desenvolver seu trabalho neste local. A pedidos nos deslocamos até o prédio ao lado conhecido como CT, também no Centro de Curitiba, este com capacidade para 50 presos, contava naquele momento com 177 nas mesmas condições daqueles que estavam na Central. Logo ao lado do CT está a delegacia de Vigilância e Capturas, que não tem celas, mas estava custodiando 12 presos em um cômodo comum sem ventilação e iluminação.

Esse é um triste exemplo da atual situação da centenária PCPR. É a realidade que policiais civis e comunidade vivem em relação a nossa polícia civil do Paraná. Hoje temos um mini presídio no centro da capital paranaense que abriga de forma desumana e ilegal 329 presos.

Como cidadãos, não podemos permitir que uma má gestão destrua a história de uma instituição centenária que sempre atendeu as demandas do cidadão e hoje é tratada com irresponsabilidade por parte de seus gestores e governo e digo parlamentares estaduais são também responsáveis por grave ameaça que pode levar a PCPR ao fim.

Rohanito Navarro de Goes

Diretor de Assuntos Parlamentares

SITUAÇÃO CAÓTICA

O presidente do Sinclapol, Fabio Rossi Barddal Drummond registrou a situação caótica e desumana vivida em carceragens. Confira nos vídeos abaixo.