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Sindicato das Classes Policiais Civis do Estado do Paraná


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Policial Civil

CONSEG,S E POLICIAIS,UMA PARCERIA QUE VEM DANDO CERTO.

CONSEG,S E POLICIAIS, UMA PARCERIA QUE VEM DANDO CERTO.

A definição de CONSEG (Conselho Comunitário de Segurança) ilustra perfeitamente à orientação do art. 144 da Constituição Federal do Brasil, quando diz que a preservação da ordem pública é dever do Estado, porém, direito e responsabilidade de todos. Contudo, a idéia do Conselho Comunitário de Segurança surgiu para criar um espaço onde todos poderiam se reunir e pensar estratégias de enfrentamento dos problemas de segurança da comunidade, orientados pela FILOSOFIA DE POLÍCIA COMUNITÁRIA. Em um cenário de alta criminalidade vivido atualmente no Brasil é essencial que representantes da Comunidade tenham voz junto ao governo. O Conseg surgiu para criar um espaço onde os cidadãos podem se reunir para pensar estratégias de enfrentamento dos problemas de segurança. A Filosofia de polícia comunitária deve orientar as reuniões dos Consegs.

No Paraná, um exemplo desta união tem sido a parceria dos Conselhos Comunitários de Segurança (Conseg,s) com o SINCLAPOL ( Sindicato das Classes Policiais Civis do Paraná) . Rohanito Navarro de Góes, diretor de assuntos parlamentares, diz que a Instituição da Polícia Civil do Paraná e os policiais civis, devem estreitar ainda mais a relação com a comunidade, para detectar os problemas e juntos com a comunidade construir uma solução para o que deve ser melhorado na Instituição PCPR, como também esclarecer a comunidade os problemas que os profissionais da policial civil enfrentam tais como: redução contínua do efetivo policial, desvio de função na custódia de presos e estruturas deficientes nas unidades operacionais. Com o apoio e mobilização da comunidade, exigir dos nossos representantes políticos e governos, condições efetivas para o desenvolvimento de um trabalho que realmente atenda as necessidades da nossa sociedade. Sabendo que a missão da Policia Civil é servir e proteger ao cidadão paranaense.

Pedro Vidal, presidente do Conseg São Braz se considera um porta-voz da comunidade que precisa de ajuda dos policiais e destaca a situação vivida pela Polícia Civil. “O policial civil deixa a sua função que é investigativa para ser guardião de preso. A comunidade é quem paga a conta e isto nós não queremos”, alerta. Vidal destaca que a violência aumentou em Santa Felicidade, em relação a estatísticas anteriores. O furto cresceu bastante no bairro, principalmente nas residências. “Graças a Deus ainda não acontece latrocínio” (roubo seguido de morte). Vidal classifica Santa Felicidade como o bairro turístico do Paraná, daí a necessidade de maior segurança, para isto conta com a ajuda dos policiais.

A união das polícias, civil, militar e municipal na região têm uma lógica. Eles trabalham em conjunto auxiliando muito mais, na prevenção do crime. “Isto já é um privilégio para Santa Felicidade.”

Marginais Armados

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DELIBERAÇÃO Nº 1225/2017

PUBLICAÇÃO no DOE nº 10092, de 20 de dezembro de 2017


SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA E ADMINISTRAÇÃO PENITENCIÁRIA DEPARTAMENTO DA POLÍCIA CIVIL CONSELHO DA POLÍCIA CIVIL


DELIBERAÇÃO Nº 1225/2017


O CONSELHO DA POLÍCIA CIVIL, no uso de suas atribuições legais conferidas pelo Artigo 47, § 2º, da Constituição Estadual, com fundamento no que dispõe o Artigo 6º da Lei Complementar n.º 14 de 26 de maio de 1982, com suas alterações posteriores, apreciando Lista de Servidores em condições de serem elevados na carreira por antiguidade e merecimento, no ALMANAQUE DA POLÍCIA CIVIL – 2017, elaborado pela Comissão de Promoções, Protocolo Ref. 1075/2017/CPC, em sessão extraordinária realizada em data de quinze de dezembro do corrente ano,


D E L I B E R O U


Por unanimidade de votos dos Senhores Conselheiros:


I - Aprovar a LISTA DE PROMOÇÃO DA CARREIRA DE DELEGADO DE POLÍCIA DA 2ª PARA A 1ª CLASSE, por antiguidade e merecimento;

 

CLIQUE AQUI PARA BAIXAR / VISUALIZAR O ARQUIVO COMPLETO EM PDF.

DELIBERAÇÃO 1226/2017/CPC - LISTA RETIFICADA DE PROMOÇÃO POR ANTIGUIDADE DOS INVESTIGADORES DE 2ª PARA 1ª CLASSE

PLANO ODONTOLÓGICO

Informamos aos nossos filiados que enquanto não conseguirmos reabrir o consultório odontológico, o Estado do Paraná está disponibilizando um plano odontológico com pequeno valor (atualmente R$ 12,90 ou R$ 15,60, por pessoa pela Odontouni. Contato com Sheila pelo telefone (41) 998.59.41.47 (Pr Consig).

DEDETRAN E A EDUCAÇÃO NO TRÂNSITO.

Na última semana mais uma atividade de educação para o trânsito foi promovido pelo Dedetran (Delegacia de Delitos de Trânsito) e Departamento de Trânsito (Detran).O objetivo é orientar crianças e adolescentes sobre educação no trânsito, através de palestras e apresentação de peças de teatro simulando situações vividas no trânsito diariamente.

O projeto tem como objetivo atender mais de 200 crianças até o final do ano. Na última semana, os alunos da Escola Municipal José Brunetti Gugelmin, de Pinhais estiveram em visita a Delegacia realizando atividades práticas simulando uma investigação, conversando e tirando dúvidas com o pessoal especializado.

O investigador, Josemar Fagundes, integrante do projeto diz que as técnicas são várias para chamar atenção das crianças. O trabalho desenvolvido com o teatro, por exemplo, ajuda a criança a desenvolver noções de respeitabilidade no trânsito tornando o tráfego melhor.

Jaqueline Machado é investigadora, psicóloga e responsável pelo contato do Detran com as escolas. Segundo Jaqueline, o processo de investigação é uma oportunidade da comunidade conhecer o trabalho da Polícia Civil. De acordo com a investigadora, através do Projeto Educação Para o Trânsito as crianças acabam adquirindo um conhecimento que às vezes, nem os próprios pais têm.

O delegado, Vinicius Augusto de Carvalho, titular do Dedetran lembra que as crianças de hoje serão os futuros motoristas de amanhã. Para ele é importante que elas tenham conhecimento do que é certo e errado no trânsito e orientar até os pais e responsáveis sobre as consequências da má atuação no trânsito, principalmente nos dias de hoje com os exageros na bebida e uso indiscriminado do celular, os grandes responsáveis pelo aumento de acidentes no trânsito.

 

Capacitação para atender pessoas com deficiência.

A Escola Superior da Polícia Civil do Paraná (ESPC) promoveu na última semana um Curso de Capacitação de Agentes Públicos e Policiais Civis no Atendimento a Pessoas com Deficiência. O Objetivo do curso, segundo o diretor da Escola, Dr. Sebastião Ramos dos Santos Neto, é executar políticas públicas de inclusão da pessoa deficiente. O projeto prevê a capacitação do policial para atendimento de pessoas deficientes como um todo, isto para todos os tipos de deficiência. “Temos a obrigação de atender bem ao público em geral. O ser humano merece ter um tratamento digno, independente da sua condição, física, mental, social ou racial. Daí a necessidade do policial ter esta orientação, transmitida pelas professoras deste Curso de Capacitação visando um atendimento ao público com qualidade,” comenta o diretor.

Calendário de Cursos

Segundo o Diretor da Escola Superior de Polícia Civil, nestes últimos seis meses, foi elaborado calendário com diretrizes dos principais cursos que a Escola pretende oferecer aos Policiais Civis, no exercício de 2018. Através deste planejamento pré-definido, os Policiais poderão se programar para participarem dos cursos de capacitação. Também haverá a continuação dos cursos de pós-graduação “Lato Sensu” com dois projetos já aprovados pelo Conselho de Polícia Civil, sendo, um projeto que contempla todas as carreiras policiais e outro que contempla somente Delegados por força de lei. Outrossim, “estamos em tratativas para implementar o curso de pós-graduação “Stricto Sensu”, que ainda em estudo, tem a probabilidade de implantação a partir de 2019, onde abrangerá todas as carreiras desta Polícia Civil do Paraná. 

 Orientação

Edne Makishima - uma das técnicas pedagógicas que ministra o curso diz que um dos objetivos é orientar a Polícia Civil como um todo, tanto no reconhecimento, quanto na abordagem das pessoas com deficiência nas mais diversas situações, seja em setores administrativos, no atendimento ao público ou em abordagens policiais. O curso é específico para policiais civis, por solicitação da própria polícia civil e trata da abordagem geral de quem é a pessoa com deficiência, as definições deste público e como eles podem reconhecer estas pessoas em um contexto social como um todo. Também dá dicas de abordagem que precisam ser melhor trabalhadas, objetivando o conhecimento geral da situação.

 

Capacitação

Ivo Santos de Camargo – é investigador e diz que o objetivo maior do curso é capacitar o policial para que ele possa atender o cidadão ou a sociedade em todos os níveis. Para ele, não importa o estatus social e a condição física da pessoa. Ivo diz que já atendeu vários deficientes e nunca teve dificuldade, principalmente pela experiência que já teve no Instituto Médico Legal. “Quando o servidor quer prestar um serviço basta querer e compreender a situação,” comenta.

Vera Lúcia Rodrigues- é escrivã há cinco anos diz que os policiais têm que estar preparados para atender esta demanda também. Vera Lúcia já teve experiência no atendimento a deficientes. É aí que a gente percebe que têm poucos recursos para um atendimento mais específico. Vera diz estar aproveitando bastante o curso, embora seja pouco tempo de ministração dá para filtrar bastante coisa e aplicar nas delegacias.

Jackson Roberto Souza Maruishi- é investigador há seis anos e diz que ainda não teve uma experiência no atendimento a pessoas com deficiência. Ele acha o curso de extrema importância para quando houver a necessidade de atender uma pessoa nesta situação,ter pelo menos um conceito básico de como atendê-lo corretamente.

 

 

Capacitação para atender pessoas com deficiência.

A Escola Superior da Polícia Civil do Paraná (ESPC) promoveu na última semana um Curso de Capacitação de Agentes Públicos e Policiais Civis no Atendimento a Pessoas com Deficiência. O Objetivo do curso, segundo o diretor da Escola, Dr. Sebastião Ramos dos Santos Neto, é executar políticas públicas de inclusão da pessoa deficiente. O projeto prevê a capacitação do policial para atendimento de pessoas deficientes como um todo, isto para todos os tipos de deficiência. “Temos a obrigação de atender bem ao público em geral. O ser humano merece ter um tratamento digno, independente da sua condição, física, mental, social ou racial. Daí a necessidade do policial ter esta orientação, transmitida pelas professoras deste Curso de Capacitação visando um atendimento ao público com qualidade,” comenta. 

Calendário de Cursos

Segundo o Diretor da Escola Superior de Polícia Civil, nestes últimos seis meses, foi elaborado calendário com diretrizes dos principais cursos que a Escola pretende oferecer aos Policiais Civis, no exercício de 2018. Através deste planejamento pré-definido, os policiais poderão se programar para participarem dos cursos de capacitação. Também haverá a continuação dos cursos de pós-graduação “Lato Sensu” com dois projetos já aprovados pelo Conselho de Polícia Civil, sendo um projeto que contempla todas as carreiras policiais e outro somente delegados por força de lei."Estamos em tratativas para implementar o curso de pós-graduação “Stricto Sensu”, que ainda em estudo, tem a probabilidade de implantação a partir de 2019, onde abrangerá todas as carreiras da Polícia Civil do Paraná,"explica o diretor. 

 Orientação

Edne Makishima - uma das técnicas pedagógicas que ministra o curso para atendimento a pessoas com deficiência diz que um dos objetivos é orientar a Polícia Civil como um todo, tanto no reconhecimento, quanto na abordagem das pessoas com deficiência nas mais diversas situações, seja em setores administrativos, no atendimento ao público ou em abordagens policiais. O curso é específico para policiais civis, por solicitação da própria polícia civil e trata da abordagem geral de quem é a pessoa com deficiência, as definições deste público e como eles podem reconhecer estas pessoas em um contexto social como um todo. Também dá dicas de abordagem que precisam ser melhor trabalhadas, objetivando o conhecimento geral da situação.

 

Ivo Santos de Camargo – é investigador e diz que o objetivo maior do curso é capacitar o policial para que ele possa atender o cidadão ou a sociedade em todos os níveis. Para ele, não importa o estatus social e a condição física da pessoa. Ivo diz que já atendeu vários deficientes e nunca teve dificuldade, principalmente pela experiência que já teve no Instituto Médico Legal. “Quando o servidor quer prestar um serviço basta querer e compreender a situação,” comenta.

Vera Lúcia Rodrigues- é escrivã há cinco anos e acredita que os policiais têm que estar preparados para atender esta demanda também. Vera Lúcia já teve experiência no atendimento a deficientes."É aí que a gente percebe que têm poucos recursos para um atendimento mais específico",ressalta.Vera diz estar aproveitando bastante o curso, embora seja pouco tempo de ministração dá para filtrar bastante coisa e aplicar nas delegacias.

Jackson Roberto Souza Maruishi- é investigador há seis anos e diz que ainda não teve uma experiência no atendimento a pessoas com deficiência. Ele acha o curso de extrema importância para quando houver a necessidade de atender uma pessoa nesta situação,ter pelo menos um conceito básico de como atendê-lo corretamente.

 

 

VISITA DE SOLIDARIEDADE

 

Representantes do Sinclapol, Bela Dietrich e Luiz Carlos Dallabona estiveram nesta semana, em visita ao investigador e companheiro, Gerson Ricardo Rocha, no Hospital Cruz Vermelha, em Curitiba. Gerson é Presidente de Honra do Sinclapol e muito estimado entre os colegas. Todos os diretores e funcionários desejam pronto restabelecimento ao nosso amigo e guerreiro, Gersinho Gardenal.