SINCLAPOL

Sindicato das Classes Policiais Civis do Estado do Paraná


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Policial Civil

ELEIÇÕES SINCLAPOL – 2018

Na data de hoje, 06 de abril de 2018, foram deferidas as chapas habilitadas a concorrer às eleições Sinclapol 2018.
Qualquer informação será fornecida pela comissão eleitoral devidamente nomeada.

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REPOSIÇÃO SALARIAL

Nesta terça-feira, dia 10 de abril, o Sinclapol estará participando de audiência pública, às 9 horas, no Auditório da Comissão de Constituição e Justiça – ALEP visando cobrar do governo, a reposição salarial dos policiais civis. A falta de reposição atinge os policiais civis, militares e bombeiros.

“Estamos no terceiro ano sem reposição salarial, uma situação injusta e desgastante, diante da comodidade do governo. É hora de cobrar novamente uma posição imediata das autoridades. Convocamos a todos os policiais civis, a estar conosco nesta terça-feira, em defesa de nossos interesses,”diz o presidente do Sinclapol, Fabio Rossi Drummond.

Luta Pela Segurança

O objetivo é esclarecer à comunidade a importância do trabalho desenvolvido pela polícia civil na vida dos cidadãos. O Sinclapol mantém uma pareceria com os Consegs – Conselhos Comunitários de Segurança do Paraná há dois anos e meio. Os Consegs estão engajados na luta pela segurança pública juntamente com a polícia. O Sindicato entende que a sociedade é a maior aliada na busca por um serviço de excelência.

Consegs e Polícias exigem mais compromisso do próximo governo.

Eles representam 1 milhão e 800 mil pessoas da população paranaense e estão engajados na luta pela segurança pública juntamente com as polícias, militar e civil. A parceria com o Sinclapol dura mais de dois anos e meio. O trabalho com a Polícia Civil se tornou mais forte tendo o Sindicato como parceiro junto à comunidade. “Informações que precisávamos por parte da Polícia Civil ficava prejudicado, devido ao baixo efetivo, por isto a gente acabou procurando o Sinclapol. Assim o Sindicato consegue nos atender como participantes dos Consegs fornecendo informações que as delegacias de polícia acabam não conseguindo por ter um efetivo reduzido,” explica Antonio Carlos Carvalho, presidente da AMOEM- Associação dos Moradores e Empresários das Mercês e membro do Conseg Mercês e Vista Alegre.

Em entrevista ao site do Sinclapol, Carvalho destaca o trabalho em conjunto com o Sindicato e a luta por objetivos comuns, com melhoria da qualidade de serviço, infraestrutura e aumento do efetivo, temas muito discutidos nas assembléias dos Consegs.

Compromisso dos Candidatos

Há algumas semanas, o 1º vice-presidente do Sinclapol, Daniel Cortês, o presidente da Cobrapol – Confederação Brasileira de Trabalhadores de Policiais Civis, André Gutierrez, o diretor de assuntos parlamentares do Sinclapol, Rohanito Navarro de Góes e Antonio Carvalho, juntamente com os demais CONSEGs da União dos Consegs, estiveram na Comissão de Constituição e Justiça-CCJ, entregando um manifesto da segurança pública para o candidato ao governo do Estado do Paraná, Ratinho Júnior, exigindo compromisso dos candidatos com a segurança pública do Paraná e solicitando a retirada dos presos das carceragens das delegacias da Polícia Civil.

A pauta apresentada contém uma série de reivindicações, as mais urgentes colocadas por escrito, para cada um dos candidatos, explicando os motivos e pedindo que eles assumam isto, como pauta do seu plano de governo. Basicamente foi solicitado o aumento no número de vagas, nos presídios, aumento do efetivo policial, parceria dos Consegs de um modo mais ativo e transparente, de maneira que o governo permita acesso à maquina e às informações de um link entre a segurança pública e a educação. “Não adianta ficar prendendo bandido se não investirmos na educação evitando a entrada de jovens no mundo do crime,” diz Carvalho. Para ele o aumento de vagas nos presídios também é fundamental, pois leva a extinção das carceragens nas delegacias, um dos pontos considerados mais críticos, visto que esta é uma função do Depen (Departamento Penitenciário Nacional) e não das polícias. O impacto dessas medidas será extremamente positivo, também para os Consegs “que poderão efetivamente ter acesso aos órgãos públicos, sendo que a prática das mesmas irá atender às necessidades da população,” reafirma o presidente da AMOEM.

A pauta será entregue para todos os candidatos ao governo e “aquele que for eleito vamos bater na porta dele para se cumpra o que foi combinado.” Para Carvalho houve falta de compromisso em todos os governos, com investimentos na segurança pública, pelo simples fato, de não ser prioridade para eles.

Visão Ampliada

No começo de 2017, cada Conselho de Segurança focava nos problemas locais, de cada bairro, mas nos últimos meses a visão foi ampliada e surgiu a União dos Consegs, atualmente 27, em várias cidades do Paraná e diversos bairros de Curitiba, focando problemas comuns.

Credibilidade

Um dos pontos fortes na parceria dos Consegs com as polícias foi a credibilidade. “A nossa população local não acreditava mais nos boletins de ocorrência e na polícia.Com o trabalho desenvolvido com os Consegs, a população voltou a acreditar na força policial e entender a dificuldade que a mesma têm para atender a população de forma mais ampla, devido ao desvio de função e o baixo efetivo. “A atuação dos Consegs, em parceria com as polícias mostrou à população a realidade da segurança pública no Paraná e no Brasil,” conclui o presidente da Amoem.

 

NOTA DE REPÚDIO E INDIGNAÇÃO!

O Sinclapol por meio desta, *REPUDIA* de forma veemente o vazamento e divulgação de um B.O., que gerou matérias em vários meios de comunicação, imputando a Policiais Civis ação sem a devida comprovação.

A irresponsável divulgação deste B.O., publicado como verdade absoluta, vilipendia a presunção de inocência e o direito à ampla defesa.
Todos os devidos procedimentos legais, cabíveis ao caso, serão tomados para identificar e responsabilizar quem divulgou o documento, de forma insidiosa e leviana, atingindo todos os
Policiais Civis do Paraná. Ass. Sinclapol

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Assinado Sinclapol

Circular sobre feriado.

Durante este período os filiados poderão entrar em contato com a diretoria nos telefones:

BARDDAL (41) 99811-0096 / ROHANITO (41) 99956-7771 / MAURICIO (41) 99811-0091 / DR MILTON (41) 99965-5222 / DR NAOTO (41) 99947-9866
 
 
 
 

ASSEMBLÉIA PRESTA HOMENAGEM A POLICIAIS CIVIS.

No último dia 15 de março, policiais civis, que serviram ao Estado do Paraná foram homenageados com Menção Honrosa, em sessão solene, na Assembléia Legislativa do Estado do Paraná. Na oportunidade foram homenageados os policiais, Alexandre Perin Pimenta, Leonardo Noddny, Adailton Joaquim Candido e Luiz Carlos Durieux.

Em rápido depoimento ao site do Sinclapol, o investigador, Luiz Carlos Durieux disse que se sente honrado com a homenagem. Duriex iniciou sua carreira na Marinha no Corpo de Fuzileiros Navais onde ficou durante cinco anos. Em 1978 entrou na Polícia Militar do Estado do Paraná, na Rádio Patrulha até o ano de 1983 quando fez o concurso para o cargo de investigador da Polícia Civil do Estado do Paraná.

Duriex trabalhou na Polícia Civil durante 24 anos. Até pouco tempo foi presidente do Conseg (Conselho Comunitário de Segurança) de Pinhais. “Eu e a equipe fizemos um trabalho voltado para o social, com recuperação de pessoas que tem dívida com a Justiça. Os resultados foram muito bons e acho que isto é um reconhecimento,” comenta.

Atualmente, Durieux é professor e ministra aulas de direito penal, processo penal, táticas de abordagem e criminalística. Com uma carreira de sucesso e a sensação do dever cumprido, ele lembra alguns episódios que marcaram sua carreira. “Um desses momentos foi quando estava em Foz do Iguaçu e chegou uma mãe na Delegacia chorando copiosamente dizendo que o marido tinha seqüestrado o filho dela e levado para o Paraguai.

Ela tinha ido a vários lugares, mas ninguém havia lhe dado atenção. Nosso atendimento foi padrão a uma ocorrência de elevada gravidade, conseguimos recuperar o filho dela, foi um trabalho espetacular. Sempre fui policial operacional. O policial operacional tem mais possibilidade de viver momentos inesquecíveis,” relembra Durieux.

 

RESIGNAÇÃO

O policial civil por si só, na sua grande maioria,me atrevo a dizer que na sua totalidade, consegue ver coisas estranhas ou suspeitas onde outras pessoas olham e não enxergam nada, talvez pelo exercício da função ou um possível dom desenvolvido com o tempo. Partindo desta premissa, tentaremos expor aos amigos a angústia, ansiedade e indignação do Sinclapol quando senta em uma mesa de negociação com pessoas do governo.

Os policiais civis representantes do Sinclapol nas reivindicações, na já citada mesa de negociação escutam coisas, que voltando ao início do primeiro parágrafo sabem que não é o pretendido ou o prometido, mas que para não causar ruptura no processo, “acreditam” no que lhes é apresentado, ao término da reunião, saem com a promessa, a qual é idêntica a anterior, que por sua vez é a mesma que já não foi cumprida, mas que agora, com alguns ajustes será posta em prática logo após, uma nova reunião, que oportunamente será marcada, resignados, certamente estarão a postos na próxima negociação.

Nessas horas seria muito fácil perder a calma e “chutar o balde”, dizer explicitamente que não somos “loke”, extremamente difícil é manter a calma e a postura e continuar negociando objetivando o bem da classe e é isso que está sendo feito com competência e responsabilidade porque temos mais de dois mil motivos para isso, e como escreveu Rudyard Klipling.“Se és capaz de manter a tua calma quando todo mundo ao seu redor já perdeu e te culpa... – és um Homem meu filho”.

Cyro José Vicelli

Diretor Financeiro

 

Recebimento de Chapa SER, NÃO PARECER

Recebimento de Chapa Concorrente

Conforme dispõe a necessária urbanidade foi recebido na manhã de hoje a chapa SER, NÃO PARECER.
É assim que se faz a verdadeira democracia.

 

TODOS POR ELAS: Uma homenagem a mulher policial.

O evento foi muito além do que uma simples comemoração, pois tratou de temas atuais e polêmicos relativos à mulher. Com o título “Todos por Elas,” a semana de 06 a 09 de março, alusivo ao dia da Mulher (8 de março) teve uma conotação especial e foi promovido pela Coordenadoria das Delegacias da Mulher – CODEM em parceria com a Escola Superior da Polícia Civil comemorando o Dia Internacional da Mulher e os 33 anos da Delegacia da Mulher com um cronograma repleto de atividades promovendo a integração, conscientização, aprimoramento e bem estar das servidoras da Segurança Pública e das Forças Armadas.

Presença Valiosa

Uma das presenças marcantes no evento foi da Delegada Coordenadora das Delegacias da Mulher do Estado do Paraná, Dra. Marcia Rejane Vieira Marcondes. A CODEM tem 20 delegacias da Mulher. Uma na capital, duas na Região Metropolitana, Araucária e São José dos Pinhais e outras dezessete no interior do Estado.

Crescimento na Polícia

O Diretor da Escola Superior da Polícia Civil, Dr. Sebastião Ramos dos Santos Neto diz que a participação da mulher na Polícia Civil cresceu muito. Algumas ocupam cargos de direção. “Chamamos atenção para a importância da mulher dentro da nossa instituição e também no contexto da sociedade. Nestes quatro dias oferecemos cursos e momentos de bem estar, o objetivo foi ressaltar a importância da mulher dentro da polícia e também no contexto da sociedade,” diz o diretor.

Ao final do encontro os participantes e convidados foram agraciados com um coquetel (foto) oferecido pelo Sinclapol em parceria com empresas de Curitiba.

   

Dia Internacional da Mulher.Confira os desafios de uma policial feminina.

Neste dia 8 de março, “Dia Internacional da Mulher,” o Sinclapol rende sua homenagem a todas as mulheres; mães, irmãs, esposas e especialmente as incansáveis guerreiras que atuam na Polícia Civil. Os desafios da profissão não foram empecilho para o crescimento do número de mulheres na carreira. Atualmente cerca de 1.042 mulheres exercem a função de policial civil, um percentual de 33% do efetivo no Paraná, segundo informação do GARH/DPC. Em comemoração a data, o site do Sinclapol entrevistou uma representante feminina da categoria, Carla Cassia, investigadora da Subdivisão de Operações do Centro de Operações Policiais Especiais (COPE). Confira.

Sinclapol - O que motivou você a entrar na carreira policial?

Carla - Sempre admirei a carreira policial e tive minha mãe como inspiração.

Sinclapol -Qual o cargo que você ocupa?

Carla - Investigadora

Sinclapol -Em que setor da Polícia você trabalha?

Carla – Atualmente estou lotada na Subdivisão de Operações do Centro de Operações Policiais Especiais-COPE.

Sinclapol - Há quanto tempo?

Carla - Na polícia há 4 anos ( se for tempo de COPE 6 meses)

Sinclapol- Casada, Solteira?

Carla - Estou Noiva

Sinclapol- Como é o seu dia a dia como policial?

Carla - É uma profissão muito gratificante, trabalho em regime de plantão de 24 horas (24 horas de plantão e 72 horas de folga) em uma especializada que atua  na repressão a crimes diferenciados, tenho minha rotina de casa, academia, Muay Thai e claro sempre cuidando da minha aparência.

Sinclapol - Pelo fato de ser mulher, enfrentou muito preconceito na polícia, um ambiente com maioria masculina?

Carla - Sinto que o preconceito tenha sido superado, mas ainda percebo uma expressão de surpresa por parte da sociedade, pois ainda somos minoria. Venho de uma família de policiais e me espelho na minha mãe que me deu uma base, sei dos riscos que a profissão exige e tenho muito orgulho e sou feliz com o caminho que decidi seguir.

Sinclapol - Você se sente realizada com sua atividade?

Carla - Sim, o sentimento de realização é diário, a cada treinamento, desafios e superação.

Sinclapol - Pretende crescer ainda mais na carreira?

Carla -Sim

Sinclapol- Que dicas você daria para as mulheres que querem ingressar na carreira de policial civil?

Carla - Por ser uma profissão de risco tem que ter vocação, foco, coragem e determinação.

Sinclapol - Quais os maiores problemas que as policiais mulheres enfrentam na Polícia?

Carla - Temos que provar o tempo inteiro que podemos fazer tudo tão bem quanto o sexo oposto, demonstrar força, através da nossa personalidade e não do aspecto físico.

Sinclapol- A profissão de policial compensa financeiramente?

Carla – Não.Ainda deixa muito a desejar.