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Sindicato das Classes Policiais Civis do Estado do Paraná


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Policial Civil

Bloqueio de recursos preocupa policiais e agentes penitenciários

Dos cerca de R$ 8 bilhões do orçamento do Paraná contingenciados pelo governador Ratinho Junior (PSD), cerca de R$ 825 milhões correspondem à Segurança Pública. O corte inclui, por exemplo, R$ 3,6 milhões da Cadeia Pública de Londrina e R$ 1,3 milhão da construção da Delegacia Cidadã, além de R$ 724,3 mil de "ações do 2º Comando da PMPR (Polícia Militar do Paraná)", responsável pela região de Londrina.

Em nota, o governo diz que a medida "não suspende e nem cancela recursos previstos no orçamento", lembrando que eles podem ser descontingenciados. O Executivo também sustenta que o decreto não afeta despesas obrigatórias, garantindo que "nenhum serviço essencial deixará de ser realizado".

Parte das entidades de classe de policiais e agentes penitenciários, no entanto, recebeu a medida com preocupação, num cenário de deficits de efetivos nas ruas e de vagas no sistema prisional. Representantes também manifestaram dúvida quanto às despesas que de fato serão comprometidas.

A FOLHA procurou a Sesp (Secretaria de Estado da Segurança Pública e Administração Penitenciária) e foi informada de que a pasta se manifestaria somente por meio da nota divulgada nesta quinta (10) pelo governo.

O presidente do Sindipol (Sindicato dos Policiais Civis de Londrina e Região), Michel Franco, avalia que falta clareza sobre o que será contingenciado e os efeitos do retardamento das despesas - o que gera preocupação, mesmo diante da garantia de que não serão afetados serviços essenciais.

"O orçamento aprovado pela Alep (Assembleia Legislativa do Paraná) já era insuficiente para dar cabo de todo esse tecido de proteção da sociedade feito por meio dos policiais. Imagine com um contingenciamento de 20%", disse. "O que se faz na segurança pública tem reflexo quase imediato no cotidiano da população. Sabemos que o Estado passa por dificuldades. Mas é lógico que haverá problemas ao se paralisar R$ 825 milhões em um setor já defasado", avaliou.

O temor de piora em uma área considerada carente de recursos também é apontado pelo vice-presidente do Sindarspen (Sindicato dos Agentes Penitenciários do Paraná), José Roberto Neves.

"Qualquer redução no sistema penitenciário, onde há falta de praticamente tudo, não é adequada", defendeu, apontando a onda de violência no Ceará como exemplo de cenário extremo que pode resultar do descuido do sistema. "É uma área onde já se vem fazendo 'puxadinhos'. Um novo corte em cima do que já é improviso é mais do que preocupante. É desastroso", criticou.

Apenas em carceragens de delegacias, o deficit é de mais de 6.000 vagas - até dezembro, cerca de 11 mil presos ocupavam espaços com capacidade total de cerca de 4.600. "Se o governo pretende dar uma resposta em segurança pública para a sociedade, tem de pensar no sistema penitenciário, ou a segurança ficará cada vez mais comprometida", declarou.

GARANTIA

A justificativa de que o contingenciamento visa "garantir o equilíbrio fiscal do Paraná", por outro lado, é levada em conta na avaliação do presidente da Apra (Associação de Praças do Estado do Paraná), Orélio Fontana Neto. Ele disse que apoia a medida, que vê como uma forma de "arrumar a casa" para garantir que não faltarão recursos para pagar salários de policiais. "Esperamos que, com esse adiamento, eles possam fazer todo o levantamento técnico para que o Estado possa cobrir a volta de projetos mais enxutos", disse.

Para Rohanito Navarro de Goes, diretor de Assuntos Parlamentares do Sinclapol (Sindicato das Classes Policiais Civis do Estado do Paraná), a maior preocupação é que o contingenciamento afete a contratação de novos policiais - principal reivindicação da categoria. "Mas ainda não sabemos até onde o decreto vai", disse. Goes também aponta questões como custódia de presos em delegacias, efetivo insuficiente e má estrutura como problemas que poderiam se agravar com o congelamento de recursos. "O contingenciamento declarado pelo governo só vem piorar a situação, que já é caótica", afirmou.

CRISE

Para o professor de Sociologia e do Mestrado em Direitos Humanos e Políticas Públicas da PUC-PR Cezar Bueno de Lima, contingenciamentos como o anunciado no Paraná tendem a piorar uma área em que o Estado já não é capaz de apresentar soluções. "Mesmo com os investimentos correntes, os Estados já têm deixado a desejar há muito tempo na segurança", avaliou, lembrando que as dificuldades financeiras das unidades federativas fazem parte de uma "crise estrutural" e econômica que também agrava problemas sociais. "Se houver combinação da desigualdade com crise fiscal nos Estados, é bem possível que a situação da segurança realmente se agrave nos próximos anos ou até meses", avaliou.

Compromisso com a instituição e a segurança pública do país.

 

Uma carta divulgada recentemente por uma entidade que reúne delegados das Polícias Civil e Federal provocou indignação e contrariedade no meio policial, mais uma vez, ao abalar a necessária e indispensável integração dos diversos segmentos profissionais que atuam na Polícia Civil e Federal em nosso país.

O documento seria o resultado das discussões mantidas apenas por delegados vinculados à Associação Nacional dos Delegados da Polícia Judiciária, durante um congresso “jurídico” ocorrido em Touros (RN).

Reiteradamente, os delegados invocam, ilegitimamente, sua condição de representantes únicos destas instituições, o que contraria a Constituição Federal e as normas legais que estabelecem que as Polícias Civil e Federal são os órgãos responsáveis pela segurança, ordem, garantia dos direitos, defesa da vida, da liberdade e do patrimônio, entre outros direitos fundamentais.

O texto da Carta Magna não atribui essa missão a nenhum cargo isoladamente. A COBRAPOL, FENAPEF e suas entidades filiadas rechaçam a tentativa funesta de se resumir a instituição à figura do delegado, pois a estrutura tanto da Polícia Civil quanto da Federal, como já assinalamos, é UNA e INDIVISÍVEL.

Qualquer movimento em sentido contrário coloca em risco os relevantes serviços que estão sob a responsabilidade de nosso corpo funcional, e, por consequência, a segurança do cidadão e da sociedade.

Por fim, cabe assinalar que a referida manifestação busca, de forma superficial e infrutífera, desvalorizar os demais cargos policiais, que mesmo sendo submetidos à péssimas gestões e a condições precárias de trabalho, acumulam grande desvio de funções, entre outras adversidades e, mesmo assim, continuam exercendo com dignidade e patriotismo suas funções, em razão do elevado compromisso com a instituição e a segurança pública do país.

Brasília, 4 de dezembro de 2018

ANDRÉ LUIZ GUTIERREZ – Presidente da COBRAPOL

LUIS ANTÔNIO BOUDENS – Presidente da FENAPEF

 

 

Policiais promovem palestra sobre segurança para crianças em Curitiba

Policiais da Delegacia de Furtos e Roubos (DFR) promoveram na última quinta-feira (22/11) uma palestra sobre segurança para crianças de uma escola, no bairro Boqueirão, em Curitiba. Além de pontuar sobre cuidados que podem evitar que pais e alunos se tornem vítimas de crimes de furto e roubo, os policiais falaram da atuação da Polícia Civil junto à comunidade.

Durante as explanações com imagens animadas, foram exibidos vídeos de furtos que poderiam ser evitados pelas próprias vítimas com atitudes simples. “O objetivo é alertar as crianças, pais e professores para medidas que podem ser tomadas por todos, como agilizar o desembarque em frente a escola, e assim evitar que crimes aconteçam”, explica o delegado-adjunto da DFR, Emmanoel David.

Logo após a palestra, os alunos puderam conhecer de perto uma viatura policial e alguns equipamentos usados no cotidiano de profissionais da segurança pública, como os coletes balísticos e algemas.

Para o delegado Emmanoel David, ações como esta possibilitam uma importante aproximação com a comunidade. “Segurança Pública vai muito além de ações de repressão e trabalhos de investigação. Por isso, as orientações para crianças são fundamentais para que tenhamos condições de fazer uma segurança mais eficaz no futuro”, pontuou o delegado.

 

Reunião de CONSEGS - Carreira única PCPR

A mensagem e a voz da base não vai se calar. Temos o dever de alertar a sociedade que nossa instituição PCPR está falida por falta de gestão. Não há que se falar em segurança pública quando a instituição privilegia um cargo de policiais ( delegado ) em detrimento dos demais  profissionais que compõem a estrutura da Polícia Civil. Atualmente os policiais civis de base estão relegados a margem da instituição, são subutilizados sem a devida valorização pela própria instituição. O desestimulo é geral entre os policiais de base. Esta mensagem tem que ecoar entre a sociedade. Não haverá resultado diferente do que hora apresentamos com as atuais diretrizes ultrapassadas, sem  um plano de carreira os Policiais Civis estão a mercê de leis que não corresponde com a realidade da sociedade contemporânea. Carreira única para a Polícia Civil já!

 

Nota de Falecimento

É com muito pesar que informamos o falecimento da mãe de nosso colega policial Luiz Carlos Durieux, CARMEN DE OLIVEIRA BRAGA.

Carmen faleceu nesta quarta-feira, 28 de novembro de 2018 aos 83 anos de idade.

O velória será na CAPELA DO VATICANO, Salão Esmeralda, na Av. Desembargador Hugo Simas, 26.

O sepultamento será no CEMITÉRIO JARDIM DA SAUDADE I, Rua João Betega, 999 nessa quinta-feira, 29 de novembro de 2018 às 17h

Sinclapol participa de Audiência pública realizada no plenarinho com o tema “QUE POLÍCIA VOCÊ QUER PARA O PARANÁ”

Sinclapol participa de Audiência pública realizada no plenarinho com o tema “QUE POLÍCIA VOCÊ QUER PARA O PARANÁ”, que debate situação dos policiais e segurança pública paranaense. Compuseram a mesa deputado Recalcatti, deputado eleito subtenente Everton, o Coronel Zanatta e o Delegado Noronha.

No debate não foram apresentados projetos novos ou discutidas idéias para soluções, foram colocados apenas os problemas enfrentados diariamente pelos policiais, já conhecidos por todos e que precisam de uma solução imediata.

Perante tal cenário, o presidente Fábio Barddal e o diretor Rohanito Goes do SINCLAPOL ao receberem a palavra expuseram a brutal verdade que a Polícia Civil enfrenta diariamente, trouxe a mesa necessidades que exigem intervenção intensa e imediata, cobrando assim que sejam propostas e implantadas soluções e não um mero debate.

Vejam no vídeo os momentos mais importantes do pronunciamento do presidente Barddal.

 

COBRAPOL SOLICITA APOIO ÀS DEMANDAS DA CATEGORIA AO FUTURO MINISTRO SERGIO MORO

O presidente da COBRAPOL, André Luiz Gutierrez, acompanhado da vice-presidente Regional Centro-Oeste, Marcilene Lucena, entregou ao futuro ministro da Justiça, Sergio Moro (foto), documento da entidade contendo as principais demandas da categoria ao próximo governo, com destaque para a sugestão de Lei Orgânica Nacional da Polícia Civil (LONPC), cujo texto já se encontra na Secretaria Nacional de Segurança Pública.

Os dirigentes da COBRAPOL pediram apoio de Sergio Moro à proposta que já foi enviada, também, a várias lideranças parlamentares na Câmara dos Deputados e no Senado Federal.  Na ocasião, fizeram um breve relato da importância da LONPC, especialmente no tocante à implantação da Carreira Única e no fortalecimento da instituição em suas tarefas na segurança pública nacional.

No documento, a Confederação cumprimenta Moro “pela indicação”, desejando-lhe “pleno êxito no desempenho de tão importante missão”, e acrescenta que a escolha do presidente eleito Jair Bolsonaro recai sobre quem “é, hoje, reconhecido nacionalmente pela competência e firmeza na defesa da justiça e no combate implacável às práticas de corrupção que, infelizmente, representaram uma verdadeira tragédia para o nosso país nesses últimos anos”.

A COBRAPOL lembra, também, que o presidente eleito tratou a questão da segurança pública como assunto “absolutamente prioritário” durante a campanha eleitoral, razão pela qual a entidade coloca-se “à disposição para contribuir com as políticas públicas desse segmento”.

O expediente da COBRAPOL destacou, ainda, “a manutenção da aposentadoria policial diferenciada, considerando ser atividade de risco” e manifesta “preocupação com o ultrapassado sistema investigativo aplicado nas policias civis” e também com “a discussão sobre a unificação das policias e a questão do ciclo completo”.

Por fim, a Confederação expressou igual preocupação com “a situação da instituição em diversos Estados da Federação, com salários atrasados; falta de gestão, planejamento e execução na política de recursos humanos; sucateamento de equipamentos e bens físicos; presos em delegacias, entre outros fatores que comprometem, sobremaneira, a atuação de nossos policiais civis, trabalhadores que já deram demonstrações de sobra do compromisso com a missão que lhes foi conferida no exercício da profissão”.

Moro, ao receber o documento da COBRAPOL, comprometeu-se a agendar uma reunião com a entidade assim que for empossado para tratar dos temas apresentados.

Conheça, a seguir, na íntegra, o documento entregue a Sergio Moro.

 

Brasília, 22 de novembro de 2018.

Oficio 51/18

EXCELENTÍSSIMO SENHOR

DOUTOR SERGIO MORO

M.D. futuro Ministro da Justiça e Segurança Pública

Excelentíssimo Ministro,

Cordialmente, nos dirigimos a Vossa Excelência, em nome da Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis – COBRAPOL, entidade representativa de cinco Federações Regionais, Fepol Norte, Feipol Nordeste, Feipol Sul, Feipol Sudeste e Feipol Centro Oeste, dezenas de Sindicatos locais e aproximadamente duzentos mil de profissionais da segurança pública, para cumprimenta-lo pela indicação como próximo ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública e desejar-lhe pleno êxito no desempenho de tão importante missão.

Consideramos assertiva a escolha do Presidente JAIR BOLSONARO, pois Vossa Excelência é hoje, reconhecido nacionalmente pela competência e firmeza na defesa da justiça e no combate implacável às práticas de corrupção que, infelizmente, representaram uma verdadeira tragédia para o nosso país nesses últimos anos.

Com Vossa Excelência à frente do Ministério da Justiça, temos convicção de que os compromissos assumidos pelo Presidente JAIR BOLSONARO no segmento da segurança pública serão de fato uma prioridade nas ações de governo. Os dados estatísticos demonstram essa necessidade de forma cabal e definitiva, razão pela qual a COBRAPOL e entidades filiadas colocam-se à sua disposição para contribuir com as políticas públicas nesse segmento considerado prioritário muito corretamente.

A COBRAPOL, compreendendo o papel estratégico da Polícia Civil, em todo território nacional, apresentou, ao governo federal, através da Secretaria Nacional de Segurança Pública, ainda no ano passado, uma proposta de Lei Orgânica Nacional da Polícia Civil, cujo escopo central, além de regulamentar o parágrafo 7º do Artigo 144 da Constituição Federal, institui a Carreira Única como forma de valorizar esse profissional da segurança pública, define claramente os papéis das categorias que compõem a Polícia Civil e, consequentemente, fortalece uma instituição estratégica no combate às modalidades de crime que estão sob nossa responsabilidade e na defesa do cidadão e da sociedade, hoje desprotegidos e desamparados.

Outro motivo de nossa preocupação, ante a necessária reforma previdenciária, destacamos a manutenção da aposentadoria policial, diferenciada, considerando ser atividade de risco.

Manifestamos também nossa preocupação, com o ultrapassado sistema investigativo aplicado nas policias civis, a discussão sobre unificação das polícias, o tema do ciclo completo de polícia, somado a possibilidade do novo texto do CPP, para os quais se faz necessária nossa efetiva participação como entidade representativa nacional, conhecedora das reais necessidades das Policias Civis.

 

Preocupa-nos de igual forma a atual situação da instituição em diversos Estados da Federação: salários atrasados, falta de gestão, planejamento e execução na politica de recursos humanos, sucateamento de equipamentos e bens físicos, presos em delegacias, entre outros fatores que comprometem, sobremaneira, a atuação de nossos Policiais Civis, trabalhadores que já deram demonstrações de sobra do compromisso com a missão que lhes foi conferida no exercício da profissão.

Essas são as razões que nos levam a solicitar uma audiência com Vossa Excelência, se possível, antes de sua posse como ministro de Estado, para que possamos dialogar sobre questões que consideramos essenciais na esfera da segurança pública nacional.

Sendo só para o momento, agradecemos a atenção de Vossa Excelência e nos colocamos à disposição, ficando no aguardo de sua manifestação sobre a agenda solicitada.

Atenciosamente,

ANDRÉ LUIZ GUTIERREZ

PRESIDENTE DA COBRAPOL

 

Café da manhã com escrivães chefe da capital, região metropolitana e especializadas.

Hoje, 22 de novembro, foi vez do SINCLAPOL se reunir com os escrivães chefes da capital, região metropolitana e especializadas. A reunião teve como objetivos os mesmo que a reunião com os superintendentes das Delegacias, unir forças em prol da polícia civil e melhorar a comunicação do sindicato com a classe policial.

O Presidente do sindicato, Barddal, expôs pontos de suma importância e interesse de toda a classe da Polícia Civil do Paraná e nosso colega Barotto explanou a situação da instituição a nível nacional.

Assuntos como estatuto, futuro da categoria na política, PEC da unificação das Polícias Civil e Militar, reforma da previdência, projeto de reestruturação da Polícia Civil através de comissão criada pela Governadora Cida Borghetti por sugestão do SINCLAPOL, compromisso público do governador eleito Ratinho Júnior com a UPB e pagamentos devidos, qualidade do atendimento das delegacias de Curitiba, dentre outros foram debatidos com muito vigor e entusiasmo.

Para finalizar foi novamente reforçada a importância dos policiais se filiarem, se unirem e participarem ativamente no sindicato para fortalecer nossa voz e reivindicações perante os gestores policiais e públicos.

Reforçando a fala do presidente

"A ingerência e descaso com nossa instituição policial precisa acabar." 
Fábio Barddal

 

Polícia Civil - Valorizar é preciso!

A Polícia Civil, mesmo com condições precárias de trabalho, baixíssimo efetivo policial, salários desproporcionais, mínimo apoio do governo do estado e da secretaria de segurança...

Faz o melhor por você!

Precisamos valorizar nossos policiais!

Reunião com Senador eleito Professor Oriovisto.

Na data de Hoje, 20/11/2018, estivemos em reunião como UPB - PR (União dos Policiais do Brasil - Paraná) com o Senador eleito Professor Oriovisto Guimarães.
 
O Líder da UPB, Nunes, expôs as necessidades de apoio com relação a reforma da previdência, e o presidente do sindicato, Barddal, expôs os pleitos estaduais.
 
O Presidente Barddal, entregou ao Senador um ofício com a pauta das reivindicações do SINCLAPOL em prol dos Policiais Civis, pedindo atenção especial para necessidade de carreira única e para estatuto da Polícia Civil, dentre outras, onde o Senador eleito prontamente assinou e se comprometeu em nos auxiliar em nível Federal e Estadual.
 

AVISO!

Em virtude do feriado de 15 de novembro e também das obras que estão sendo realizadas na sede do SINCLAPOL, hoje, 16 de novembro não teremos expediente.

Entretanto, nosso Presidente, Fábio Barddal está a postos para atendimento no telefone (41) 99811-0096

Reunião dos CONSEGS do litoral

Desde 2015, através da iniciativa do seu diretor Rohanito Goes o SINCLAPOL vem participando das reuniões dos CONSEGS da Capital e Região Metropolitana, que congregam 44 CONSEGS e atingem 2 milhões de habitantes.  A instituição Policia Civil é membro nato dessas reuniões e não tem participado ao contrario da co irmã.

Os CONSEGS tem se mostrado importantíssimos para que o Executivo preste atenção e tome providencias para que a Policia e o Policial possam trabalhar melhor.

O SINCLAPOL tem participado como representante da classe e não da instituição, com o objetivo de aproximar a população da realidade do Policial Civil, suas necessidades e dificuldades de desempenhar um melhor trabalho .  Em média o SINCLAPOL participa de 12 reuniões de CONSEGS por mês.

Na data de 13/11/2018 aconteceu no fórum de Matinhos uma reunião com os CONSEGS de Matinhos, Pontal do Sul, Antonina, Paranaguá e Morretes representando 250 mil habitantes, o SINCLAPOL esteve presente com os Diretores Daniel Cortes, Rohanito Goes e Evandro Baroto representando a nossa classe Policial. Frisamos que o SINCLAPOL foi muito enaltecido e parabenizado pela colaboração em mostrar a verdade da Segurança Pública no Paraná.

Parabéns aos nossos diretores pela participação ativa nesse projeto. É com a atuação visionária do SINCLAPOL , a união da classe e o apoio da comunidade que conquistaremos nossos direitos, trabalharemos melhor e com dignidade servindo e protegendo a comunidade.