CONSEG’S E POLÍCIA CIVIL DEBATEM PROBLEMAS DE SEGURANÇA NO PARANÁ.

SITUAÇÃO NA POLÍCIA É DELICADA COM DESVIO DE FUNÇÃO E FALTA DE PESSOAL.

Com o aumento da violência, entidades como o Sinclapol- Sindicato das Classes Policiais Civis do Estado do Paraná e representantes dos Consegs – Conselhos Comunitários de Seguranças resolveram se unir para discutir os problemas da segurança pública, no Paraná. “’Nós entendemos que a Polícia tem que estreitar e manter a proximidade com a comunidade”, diz o Diretor de Assuntos Parlamentares do Sinclapol, Rohanito Navarro de Góes.

A Constituição de 1988 prevê que representantes da Comunidade tenham voz dentro dos Estados, no que diz respeito a segurança pública local, através destes Conselhos, existindo aproximadamente 40 Consegs regulamentados somente em Curitiba, através dos quais as demandas são levadas até o Secretário de Estado da Segurança.

 “A Polícia Civil tem que estar próxima da comunidade tanto para detectar o que precisa ser melhorado na instituição, como também levar para a comunidade os problemas que a classe policial enfrenta, desta forma cobrar conjuntamente o Estado para desenvolver um bom trabalho”, afirma o diretor.

Efetivo de 1982

Atualmente a Polícia Civil do Paraná conta com o mesmo efetivo que tinha em 1982, devido à falta de investimento do governo. Na opinião de Góes, a comunidade, que é usuária direta dos serviços policiais, tem que saber o porquê da pouca resposta da Polícia Civil nas investigações e elucidação de crimes.

Isto não acontece hoje, não só pelo pouco efetivo de policiais, mas pelo desvio de função na Polícia Civil, onde boa parte do efetivo da Polícia está cuidando ilegalmente de presos em delegacias, por todo o Paraná. “Se não houvesse esta tarefa, mesmo com este efetivo reduzido poderíamos exercer a nossa função de Polícia Judiciária, o que não acontece nos dias atuais. A Polícia Civil não exerce o seu papel de investigação das denúncias, porque não tem gente na rua para fazer isto”, afirma o Presidente do Sinclapol, André Gutierrez.

Falta de escrivães compromete o trabalho nas delegacias.

 

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Forças Policiais Debatem os Impactos da PEC/287

Reunidos na Policia Federal, na cidade de Foz do Iguaçu, no último dia 05 de julho, representantes de diversas Forças Policiais debateram os impactos negativos da proposta da Reforma da Previdência (PEC 287/16) com os agentes de segurança e o público em geral.

O Sinclapol – Sindicato das Classes Policiais Civis do Estado do Paraná se fez presente na pessoa de seu presidente, André Gutierrez e Diretores. Gutierrez manifestou, mais uma vez, sua opinião e consequente posicionamento do Sinclapol e seus diretores.

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